Livro pra Vida! =D

 

cartas

O romance epistolar Cartas a Um Jovem Poeta, do poeta alemão Rainer Maria Rilke, são cartas que o jovem Franz Kappus recebeu do Rilke, entre 1903 e 1908, quando lhe pediu conselhos sobre a escrita e em vez de aconselhar, ele lhe falou da vida, dos amores e da necessidade de se conhecer, tudo escrito em forma de poesia, não de estrofes e rimas, mas de ritmo e de leveza.                                                                                                                      Essa edição da Globo, com 111 páginas, tem uma capa maravilhosa que mostra um pote de nanquim aberto, da fotógrafa Regina Stella; tem Prefácio escrito por Nei Duclós e Cecilia Meirelles; tem uma introdução do jovem Franz que também disponibilizou o poema citado nas cartas: A Canção de Amor e de Morte do Porta-Estandarte Cristóvão Rilke.

Trechos do Livro: “Depois de feito esse reparo, dir-lhe-ei ainda que seus versos não possuem feição própria, somente acenos discretos e velados de personalidade.” “Aproxime-se então da natureza. Depois procure, como se fosse o primeiro homem, dizer o que vê, vive, ama e perde. Não escreva poesias de amor.” “Um mundo se abrirá aos seus olhos: a felicidade, a riqueza, a inconcebível grandeza de um mundo.” “O amor de duas criaturas humanas talvez seja a tarefa mais difícil que nos foi imposta, a maior e última prova, a obra para a qual todas as outras são apenas uma preparação.”

carta

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Vamos contar um conto? =D

Esta minha edição do livro A Árvore que Dava Dinheiro do autor Domingos Pelegrini, com 93 páginas faz parte da Coleção Veredas da Editora Moderna para o público infanto-juvenil está na 35ª edição.

A história é o que o título promete: uma árvore resolve distribuir dinheiro para a cidade.  E aí ninguém quer trabalhar mais, ninguém cozinha, ninguém lava, e o povo da cidade resolve ir morar na cidade grande. Acabou? Não. Aí recomeça outro conto: o dinheiro vira pó quando sai da cidade. A televisão vem e os turistas querem aproveitar a cidade. Todos os moradores aproveitam pra ganhar dinheiro de verdade. E criam restaurantes, hotéis, passeios. E os turistas acabam com a cidade, jogam sujeira nos rios, nas praças e as árvores páram de dar dinheiro. Acabou? Não. Aí começa outro conto: Eles resolvem destruir todas as árvores, retomar a cidade. E as que nasceram começaram a dar frutos. E eles venderam doces, geléias, bolos….

Qual a moral da história?

Bem, começando pelo título, já que a árvore pára de dar dinheiro no meio do livro. Uma das capas, mostra os três personagens “principais”: um morre no começo, a outra some da cidade e só volta no final, o outro parece inteligente e depois…não diz a que veio. Já a outra capa mostra a mesma cidade em duas situações: o bem e o mal causado pela ganância. Acho melhor.

Quer resenha? Clique Aqui.

Respondendo Tags =D

o-terceiro-ato

O blog O Terceiro Ato me marcou nesta Tag incrível. Dê uma passadinha lá pra ver todos os créditos. Vou apenas citar os livros, sem explicar o motivo da escolha, ok?

TAG: COM CERTEZA DEVERIA TER…

livro   …deveria ter uma continuação.

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livro...deveria ter um spin off.

anjo

 

livro…foi escrito por alguém que deveria escrever mais livros.

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livro…o personagem deveria ter terminado com alguém diferente.

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livro…deveria ter terminado diferente.

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livro…com certeza deveria virar filme.

iluminuras

 

livro…com certeza deveria virar série de TV.

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livro…deveria ter somente um ponto de vista.

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livro…deveria ter uma capa diferente.

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livro…deveria ter mantido a capa original.

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livro…deveria ter parado no primeiro livro.

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Adorei “responder” esta Tag. =)

QUE TÍTULO É ESSE? :o

 

Um livro louco. Me fez lembrar Jumanji, um filme da Sessão da Tarde em que um menino fica preso num jogo de tabuleiro e acontecem coisas estranhas. Também me lembra o Barão de Münchhausen e Sonhos de Uma noite de Verão, o filme. Porque não se sabe o que é verdade e o que realmente está acontecendo nessa história. E o título? O livro é O Pornógrafo Tímido de Kenneth Patchen, de 1945 com 319 páginas. O autor faz parte da academia de Poetas Americanos.  Porque esse título se não há nenhuma cena mais quente ou quando é descrita, as palavras mais “quentes” são substituídas por asteriscos (***) ou travessão ( __________) ? Algumas edições vem com uma capa em que aparece o seio feminino (?). Será que na época da guerra, as edições vendáveis tinham que ter um teor mais adulto? Ou parecer conter? Porque essa “história” parece se passar num hospício. Os diálogos são surreais. Não há pornografia. O personagem principal escreve um livro e envia para publicação. Os “agentes literários” informam que seu livro foi aceito, mas houve pequenas modificações, para torná-lo mais “quente”. Mesmo sem gostar, o personagem embarca nesse mundo de fantasia, conhece pessoas absurdas, ouve conversas inimagináveis, conhece seres exóticos, se apaixona e vai pro céu.

Trechos do livro: “Essa é uma máquina que escreve livros… Descrição, Personagens, Cenário, Trama, Tipo… suponhamos que você queira uma novela ligeira. Onde ela se passa? Nova Inglaterra. Novela ligeira. É na chave de Tipo. Nova Inglaterra na de Cenário. Cada chave conduz um número de escolhas.”   “…Estendi a mão e peguei um livro. Era The Girl of the Limberlost. O segundo também… assim era o quarto e o quinto… achei que faria muito mais sentido ter um livro de que realmente gostássemos do que uma série de livros que apenas moderadamente apreciássemos.”

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Spine Poetry

Poesia de Lombada é a arte de escolher e fotografar os livros empilhados de forma que os títulos possam ser lidos como um poema.  Já fiz um post sobre isso (aqui). Agora é minha vez de tentar! =D

As Violetas de Março chegaram                                                                                                                     Ao Cemitério de Praga trazendo um                                                                                                             Adeus à Inocência…                                                                                                                                           fazendo com que A Escolha por                                                                                                                      Um Simples Pedaço de Cerâmica                                                                                                                  cortado em formato                                                                                                                                          de Meio Sol Amarelo                                                                                                                                         cegando o Fio da Navalha,                                                                                                                                 seja apenas uma revelação mostrada                                                                                                            pelo Presente do mar trazido junto                                                                                                             com As Espumas Flutuantes…

Que Bela Maldade! meu grito ecoa                                                                                                                A Rosa Ferida Estilhaça-me                                                                                                                           deixando pra trás                                                                                                                                                A Chave do Portão                                                                                                                                              facilitando assim, A Passagem do Anjo em                                                                                                 um Ângulo de Repouso…

 

 

Romance de Formação

Romance de formação é aquele que conta a história de um personagem de sua infância, passando por todas as fases até a idade adulta, mostrando as mudanças físicas e psicológicas. Nesse romance Imperatriz,  da escritora Shan Sa, com 351 páginas, a personagem principal, que conta a história em primeira pessoa, seu nome muda como em toda história chinesa, mostra sua vida do nascimento até a sua morte. Ela nasce menina numa época em que ter filhas, não era ser abençoado. Muitas coisas acontecem na sua infância, na sua adolescência até ser enviada pra trabalhar no palácio do imperador, onde conhece um dos muitos herdeiros, se torna amiga dele na juventude e se casa com ele, mesmo sendo contra as regras do Império.

Trechos do livro: “…a liberdade da mulher  começa quando ela compreende a palavra independência: recusar a doçura da seda, a delícia das iguarias, a prisão do amor, a servidão da fecundidade, renunciar aos prazeres, aos desejos, às ilusões.”  “…porque onde há morte, há colheita. O ponto mais alto da poesia é o silêncio, o comprimento de uma pintura é o branco de um papel imaculado, o sábio medita sobre o pensamento vazio…”

Este livro pode ser encontrado com vários tipos de capa, dependendo da Editora; o meu livro é da Ediouro, edição de 2004. Saiba mais sobre a autora Aqui.

 

 

Livros que Falam de Livros

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Sabe as expectativas? Elas aumentam quando esse é o oitavo livro da autora e ela é formada em Harvard!!! E ganhou prêmios!!  O livro A Vida do Livreiro A. J. Fikry da autora Gabrielle Zevin, com 186 páginas, não me disse a que veio. :/   Um dono de livraria que perde a esposa, vê seu livro mais valioso ser roubado e em seu lugar vê entrar na sua vida de solteirão, um bebê. Alguém que havia perdido as esperanças, vê uma chance através da vida da garotinha que gosta de livros. Todos os personagens são críticos literários que não gostam dos autores clássicos, dos livros famosos, das histórias antigas. Não virei fã da autora. :/

Trecho do livro: “Mas quando escolho algo novo, algo só pra mim, meu tipo preferido de personagem é uma mulher em um lugar longínquo. Índia. Ou Bangcoc. Às vezes ela deixa o marido… Gosto quando ela tem muitos amantes…Gosto de descrições de hotéis e malas com adesivos. Gosto de descrições de comidas e roupas e jóias. Um pouco de romance, mas não muito. Não histórias atuais.”

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