Ah! O amor… <3

iaia

O #SpecialTips #23 é o livro adaptado pela Editora Rideel, Iaiá Garcia do Machado de Assis, com 56 páginas, sem perder o conteúdo do texto original, específico para quem precisa ler um grande volume de livros para o vestibular. Já tinha lido esse livro na adolescência e só queria relembrar a história. Uma moça que se vê amando o antigo amor de sua atual madrasta. Vale a pena aleitura do texto original com todas as palavras rebuscadas que o Machado sabe escrever. Essa edição traz um roteiro de leitura, páginas de consultas sobre o período da história, que se passa entre 1866 e 1871.

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Música citada no texto: Meyerbeer

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Que fofo!! <3

anne

Decidi ler o livro porque a autora tem o nome da minha mãe: MAUD. =D Então este é o #SpecialTips #13

Anne de Green Gables é o livro da autora L.M. Montgomery e faz parte de uma série de vários livros. Em 480 páginas nesta edição de aniversário de 100 anos do selo Martins Fontes, ficamos conhecendo uma menina de cabelos “cor de cenoura” que foi adotada indevidamente no lugar de um menino. Num período em que as meninas deviam ser comportadas e quietas, Anne quebra todas as regras sendo eloqüente e sendo apenas ela mesma. Isso faz com que seja simpática sem ser chata. O livro mostra até sua adolescência, as amizades, as perdas, as decisões difíceis. Vi a indicação da série no canal da Jota Pluftz e assiti um episódio. ❤ Agora que li o livro pretendo assitir todos os episódios, apesar de discordar da aparência da atriz escolhida para a série.

Anne já virou filme,  filme para TV, mangá, quadrinhos, séries de tv, musical e parece que vai continuar por muitos séculos aquecendo coraçõezinhos por aí! ❤

Trechos do livro: “…achei que todos deviam estar me olhando com pena. Mas não perdi tempo e me imaginei usando o vestido de seda azul-claro…porque se é para imaginar, então que seja alguma coisa que valha a pena…” “Não sei porque, mas as coisas nunca são tão boas quando as inventamos uma segunda vez. Já reparou nisso?”  “…metade do prazer que á nas coisas é esperar por elas! …Mas creio que seria pior não esperar nada do que se decepcionar.” “Existem tantas Annes diferentes dentro de mim… se houvesse apenas uma Anne, seria tão mais confortável, mas aí eu não seria tão interessante.”

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Desafio #SpecialTips

Vi esse desafio num blog há muito tempo; me parece que o nome era “Monica e os Livros”. a autora dava dicas de livros e filmes durante um mês. Quero tentar isso no mês de agosto. =)

Então o número um começa hoje.

#1  #SpecialTips de hoje é um livro policial.

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Esse livro 4 de Julho do autor James Patterson nos conta mais uma aventura de sua famosa criação: o clube das mulheres contra o crime. Em 207 páginas vemos uma policial ser acusada de se defender e atirar em marginais adolescentes (é, isso acontece nos Estados Unidos também). E é afastada da corporação. Em seu “descanso”, resolve se envolver na investigação de outros crimes. Um serial killer deixando suas marcas nas vítimas. E aí começa os clichês: no começo as vítimas não tem nada que as incrimine até que se mostram não tão inocentes; o autor nos mostra o lado ruim de várias pessoas, para que os coloquemos na lista de suspeitos -e eles não são; ele mostra pessoas adoráveis que se mostram diferentes no final. Outro problema: um final inverossímel, que não prova coisa nenhuma -só que os assassinos são psicopatas e nada faz sentido.  Nesse livro vemos as quatro personagens do Clube das Mulheres Contra o Crime; elas investigam casos que são mais rapidamente desvendados pela habilidade feminina de entender a psicologia do crime. As personagens chegaram também a ganhar uma série na TV chamada Women’s Murder Club, que só durou uma temporada no canal Fox. Também foram protagonistas de um game desenvolvido para as plataformas do PC, X-Box e Nintendo DS. O escritor Andrew Gross colaborou com Patterson em dois livros da série. Hoje, porém, os livros são co-escritos por Maxine Paetro.

Já li outros livros dele, mas acho que são apenas passatempo. Nada profundo. Assisti alguns episódios da série e achei muito bom.

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Lendo a correspondência alheia =D

JACINTOS

A Ilha dos Jacintos Cortados é contada de forma epistolar. Com o subtítulo carta de amor com interpolações mágicas, o autor espanhol Gonzalo Torrente Ballester nos conta em 319 páginas a história fantástica de um professor que tenta ajudar um amigo a provar para a universidade, que sua tese de que Napoleão Bonaparte nunca existiu, é verdadeira. Então ele usa de meios mágicos e fantasia, junto com a namorada do amigo, para visitar essa Ilha mágica e tentar conquistar a moça. Mas depois de conseguir as provas, ela vai embora e ele então escreve essa carta em um diário para que ela veja o quanto ele gosta dela. Durante todo o tempo a história  que acontece na Ilha se confunde com a história no tempo presente entre o professor e a namorada de seu amigo, numa cabana onde estão vivendo.

O estilo do autor me lembra o Gabriel Garcia Marquez e Saramago: texto sem parágrafos, diálogos sem separações no texto, descrições minuciosas dos personagens fantásticos. Trechos do livro: “…e quem come alho, para manter o sangue puro, tem que suportar um hálito incômodo…ao menos  enquanto não se obtenham os alhos inodoros…perdido o mau cheiro, também irão embora outras qualidades.” “Você apareceu pouco depois na porta da cozinha, recuperada para o tempo e para a vida, sem dizer nada…” “…agora me parece tão antiga quanto meu coração, em que ao descer…de uma montanha alemã tive a sensação, ou talvez o sentimento, de penetrar num âmbito sagrado…e me deixava envolvido, possuído, um pouco abalado.” “Napoleão não existiu jamais, foi uma mera invenção técnica para explicar acontecimentos inexplicáveis…”

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Water hyacinth flower in natural water sources

Livro Bipolar :/

O livro Tia Julia e o Escrevinhador do autor peruano Mario Vargas Llosa, com 282 páginas é um romance bipolar. A primeira história é contada em capítulos alternados, onde os personagens principais – o jornalista que conta a história, Tia Júlia e dois amigos – seguem uma via crucis para realizar um casamento proibido. Nos outros capítulos, lemos algumas crônicas sem o final, que não ficamos sabendo se são as novelas contadas na rádio onde o jornalista trabalha, ou se são textos que o jornalista tenta escrever durante a história. Parece que o autor tinha alguns contos inacabados e resolveu incluí-los nesse livro. Tem um escritor na história? Tem. Um tal de Pedro Camacho, que fica famoso com suas rádio-novelas. Essas histórias alternadas no livro, se parecem com a fantasia/realidade escrita pelo personagem…mas não convence.

Gosto dos textos do Mário, mas aco que só uma história já estaria muito bom nesse livro. Keanu Reeves estrelou a versão americana dessa história para o cinema em 1990, que foi transformado em comédia.

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O Fruto Proibido

Os-Espólios-de-Poynton

O livro Os Espólios de Poynton do autor Henry James me surpreendeu. Uma história em que os personagens mudam de hierarquiae passam de principais a secundários em poucas linhas. Em 218 páginas esta história escrita em 1897, mostra a guerra do noivo contra sua mãe, para ficar com a residência da família após seu casamento. O autor mostra a ironia da herança não ficar com a esposa viúva, mas com os filhos homens, na Inglaterra, e de regras que aconteciam no período em que o autor morou em terras britânicas.

O que é ruim? Ler o texto de apoio, já que ele conta toda a história.

O que é bom? o final se parece com meu livro favorito (Rebecca) =D

Trechos do livro: “Teria sido melhor nunca ter possuído uma casa como aquela, do que tê-la tido e perdê-la.” “…observava as modestas formas daquela ‘arte doméstica‘ pela qual sentira grande apreço antes de provar do fruto amargo da árvore proibida.” “…o ouvira muitas vezes dizer que gostaria imensamente que ela se interessasse por algo concreto.”

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Título Perfeito sobre a Guerra

réquiem
substantivo masculino
  1. 1.
    litur prece que a Igreja faz para os mortos.
  2. 2.
    mús composição sobre o texto litúrgico da missa dos mortos cujo introito começa com as palavras latinas requiem aeternam (‘repouso eterno’).

requiemwar japan

Esta edição do livro Rèquiem da autora japonesa Shizuko Go, de 1972, recebeu o Prêmio Akutagawa um ano após seu lançamento. Em 141 páginas o narrador nos mostra a correspondência de duas adolescentes no período de guerra. Uma, é fiel às doutrinas de seu país e quer dar a vida e lutar. A outra é filha de um pai que viveu no país inimigo e lhe trouxe a literatura como fuga e como ensinamento. E uma tenta ensinar à outra aquilo que cada uma possui: uma incentiva a continuar a estudar e trabalhar pelo Japão. A outra empresta livros e fala como eles são maravilhosos.

Claro que é um drama de guerra, sem final feliz, mas postei no Twitter que me identifiquei com a personagem que gosta dos mesmos livros que eu! ♥♥♥

Trechos do livro: “…a guerra é como se fosse uma tempestade. Ela chega…estraga sua vida e, de repente, some, desaparece,acaba. …Você e eu estamos na mesma posição; dois indivíduos presos nas armadilhas do sistema.” “A única coisa que a mantinha viva era a certeza de que, brevemente, ela também morreria.” “Emboram tivessem uma vida inteira pela frente, conversavam como se fossem duas velhas…”

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