Planilha de Leitura: Livros para 2014!

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Estou disponibilizando a minha PLANILHA LEITURA. Você deve personalizar no seu estilo. As colunas já contém a formula de dividir

a quantidade de páginas por 30 dias, mostrando  a sugestão de leitura por dia (para finalizar o livro em um mês). Aqui tem o link do blog no qual me inspirei pra criar minha planilha.

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Separei os livros por assunto/gênero: gosto de classificar segundo o que a história conta. Se é um livro classificado como bibliografia, mas conta uma história com começo, meio e fim, prefiro classificar como romance ou outro tipo de literatura.

Comecei dando notas para os livros (as estrelinhas no final da planilha), mas desisti, porque, depois que eu lia o próximo e era

muuuito melhor, quantas estrelas daria pra ele? No final vi que os próximos livros iriam ter mais de 5 estrelas! – então resolvi não avaliar

os livros antes de finalizar a planilha. E agora desisti de avaliar, porque tem história que eu não gostei muito, mas agora… acho que vou continuar a ler a série, e avaliar como uma história completa.

Fiz a planilha pra 50 títulos, mas já estou no número 65! Tem livros de todos os tipo – pra não enjoar. Desde séries infanto-juvenil, até

livros mais profundos e elaborados. Tem quadrinhos e literatura fantástica. Tem livro brasileiro e até um autor árabe. Tem livros clássicos e chick-lit. Tem livros que foram relidos e muitos, que conheci agora. Dois foram e-book e o restante, livro físico.

Alguns ganhei de presente, outros foram empréstimos de bibliotecas e amigos. Também comprei na feira do livro.

Um livro de 700 páginas eu li num fim-de-semana, enquanto um de poucas páginas demorei meses!

Lí vários livros ao mesmo tempo: eu me obrigo a ir até a página 100 – acho que até aí já dá pra saber se eu consigo continuar

com a história. Abandonei muitos livros, alguns depois da página 100…

Alguns eu fiz leitura dinâmica, por necessidade de leitura, pra ver um filme, e aí nem coloquei na planilha, como é o caso dos dois livros

do Percy Jackson.

Acho que foi um ano muito proveitoso, mas realmente abri mão de ver novela, de ficar na internet, de estudar on-line, pra finalizar

minha meta. Acho que ganhei muito com minhas leituras, me apaixonei por alguns autores, me decepcionei

com alguns livros tão bem falados, ri muito, chorei com as histórias e me emocionei com as conquistas: foi divertido

“viajar” nesse ano de 2013.

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DESAFIO LITERÁRIO 50 LIVROS POR ANO: CONCLUÍDO!

 

Eu consegui cumprir várias promessas que fiz este ano. Algumas pela metade como, emagrecer

10 kg, rsrsr.

Mas consegui colocar finalmente  meu livro (apostila como começar)  pra participar do Prêmio Sesc de Literatura. Ansiosa,

esperando o resultado que sai em Março/2014.

No ano passado -2012- eu escolhi ler a coleção As Crônicas de Gelo e Fogo, o que me deixou

com “ressaca cultural” e não conseguia encontrar textos tão bons. Acho que eu estava numa

vibe medieval. Li os cinco enoormes livros do George R. Martin e me esforcei pra outras leituras.

Até que encontrei a trilogia Millenium, livros obesos (☻).

Então me programei pra apenas aumentar o volume de leitura semanal. Encontrei alguns blogs

propondo desafios literários e resolvi participar. Alguns sites dão sugestões de livros, outros exigem o cumprimento de determinadas obras, ou a obrigatoriedade de enviar resenhas.

Resolvi continuar por conta própria: criei minha própria planilha, escolhi variar bastante os gêneros e estilos, não me obriguei a terminar um livro ruim ou continuar com séries chatas e intermináveis.

Muita gente me perguntou como consegui: não achei que fosse conseguir, é claro. As nossas escolhas são sempre tentativas e erros e acertos. Se eu tivesse insistido num livro chato, ou em seguir a opinião dos blogs de sugestão de leitura, talvez não atingisse minha meta.

Eu fiz no meu tempo, com minhas escolhas e com alguma  disciplina.

Passei vários dias sem ler nem um capítulo, mas quando o livro é muito bom, eu desisto

de fazer alguma outra coisa, pra terminar só aquele pedaço!

Valeu a pena, e ano que vem, vou continuar nos 50, apesar de terminar novembro com 58 livros lidos.

Vou criar um desafio no próprio blog, pra 2014.  com sugestões e incentivos à leitura.

As boas ideias dos leitores, serão publicadas no blog. Pode ser qualquer estilo de leitura.

É só começar, que você se empolga!

O regulamento vai estar na página dia dois de janeiro: fiquem atentos!

Também vou postar a minha planilha e as leituras que fiz.

INICIANDO LEITURAS DE DEZEMBRO

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Dezembro começou com muita chuva, então aproveitei para finalizar algumas leituras. 

O livro “As Observações, de Jane Harris”, é um livro que se passa na época vitoriana.

É um suspense, que deixa muito pro final do livro a resolução do quebra-cabeça. Resenha. Eu gostei e li bem rápido, apesar das 459 páginas.

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O livro infantil “Ei, Tem alguém Aí?” do Jostein Gaarner, tem apenas 127 páginas, mas eu enrolei

pra ler. Motivo: eu estava curiosa, porque lí que ele foi inspirado no Pequeno Príncipe e… nada! Parece histórias pra crianças curiosas que perguntam sobre “como eu nasci, como meu irmãozinho não parece comigo” e por aí vai.

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As 418 páginas do livro “A biblioteca do Geógrafo, de Jon Fasman”, foram vencidas rápidamente, pra matar a curiosidade de saber o final da história! Mas não tem final, e não é uma série, portanto…

Achei que ficou me devendo. Mas é um livro que vale a pena.

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Estou lendo dois livros clássicos e sem pressa de terminar, então não sei se estes vão entrar pra minha lista de 2013. =^ ^=

Livro para ler em um dia: O Grito da Mãe Tigre. Eu li em um dia as 235 páginas. Achei a narrtiva fácil e recomendo. Resenha aqui. O Livro foi capa da

Revista Time e vários canais de televisão, entrevistaram a autora – e mãe – a chinesa/americana Amy Chua.

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♫ É NATAL! ♫

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Já é dezembro, mês que já começamos a sentir “algo” diferente no ar!

É um clima meio alegre, meio nostálgico, meio ‘melhor de nós”.

É tanta coisa pra resolver e fazer, que o mês parece menor que os demais! (se fevereiro tem 28, dezembro tinha que ter 35 – e esses cinco, dias não úteis, claro!)

Nesse mês mágico, olhamos com outros olhos, o adolescente no sinal de trânsito, com um sujo

gorrinho de papai noel, tentando alegrar nosso dia.

Olhamos com olhos de saudade, as crianças que abrem seus brinquedos.

Olhamos com olhos de piedade, o morador de rua, que não terá mesa farta.

Mas  também olhamos pra nós mesmos, e queremos nos dar presentes: ir ao salão, ficar mais

bonitas, comprar roupa nova, escolher aonde passar o ano novo!

 

Também é hora de fazer um levantamento das promessas de ano novo, que não foram cumpridas

e que podemos começar tudo de novo!

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LIVROS QUE NÃO SAEM DA CAIXA*

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O Brasil é um dos países que mais investem na compra e na distribuição de livros para as escolas. Só em 2013, o governo federal entregou 6,7 milhões de obras literárias, um investimento de 66 milhões de reais… na maioria das vezes, as obras literárias não saem das caixas. Foi o que constatou a pesquisadora Aparecida Paiva, uma das…autoras do livro Literatura fora da Caixa – o PNBE na Escola. “antigamente questionava-se que os alunos de escolas públicas não tinham acesso aos livros. Hoje os livros chegam às escolas, mas permanecem dentro das caixas… se – o professor- não é leitor, não terá a competência instalada de mediador da leitura. O mediador de leitura tem de ser um leitor, gostar de literatura, não interessa o gênero. É o mediador que se torna o principal influenciador da leitura, porque as famílias estão subnutridas de livros e leituras. A escola é apenas como “um guardião de livros: cuida, cataloga e abre ocasionalmente… para os alunos acessarem.”

O que eu vejo, são tantos ‘cuidados’ com os livros, em vez de incentivo à leitura. A escola em que trabalho, recebeu cerca de 1000 novos livros no meio do ano, e que continuam lacrados…

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Reportagem publicada na Revista Carta Fundamental/Abril de 2013.

NADA SE CRIA, TUDO SE TRANSFORMA

As vezes, estamos lendo um livro e vem aquela sensação de já ter lido aquilo antes. Uma frase, uma descrição de um lugar, ou de um fato. Existem semelhanças entre textos, quando descrevem situações parecidas? Sim. Como um autor vai descrever uma batalha que se passa numa época em que ele nem existia, se ele não ler sobre o assunto, ou ver um filme? Isso se chama pesquisa, mas é o que vai ficar na mente na hora de descrever a ação. E aí, vem a diferença da cópia: todo mundo se “inspira’ em algo que leu, viu ou ouviu, para descrever situações nos livros de ficção.

Na web, existem vários aplicativos que mostram similaridades com textos. Esses aplicativos não podem ser levados à sério, porque se você escrever a história da sua vida lá, ele vai dizer “50% de similaridade”. Será que vão te acusar de plágio por escrever a própria história? 🙂 .

Na revista Carta Fundamental, Leda Cartum escrevendo sobre a polêmica semelhança com os livros “As Aventuras de Pi” de Yann Martel, e o livro do autor brasileiro Moacyr Scliar “Max e os Felinos”, diz que o próprio Scliar concordou que ‘se inspirar em uma ideia não significa plágio’, tanto que não houve processo judicial. Essas polêmicas resultam em curiosidade sobre as obras – para que possamos comparar e dar nossa opinião, claro! – e aumentaram a venda das obras.

Estou lendo As aventuras de Pi primeiro, para não ‘julgar’ como todo mundo que leu Scliar primeiro, até porque, já vi o filme. Nunca li esse autor canadense, mas já li livros do Scliar e gosto muito.

Só em ler o que a Cartum escreveu, eu já descartei a ideia de plágio: “são livros absolutamente distantes um do outro, com significados diversos para os animais. Para Max o jaguar simboliza  o terror…poder político… Para Pi, a relação com o tigre é de ordem religiosa… atribui a deus a explicação para encontrar-se no oceano com um tigre.” “Max cresceu em meio às peles de animais mortos da loja do pai; Pi cresceu no zoológico do pai. …tomam um navio…Max o faz pela pressão política, rumo ao Brasil. …Pi e a família…para fazer dinheiro no Canadá. Os dois navios naufragam, e os garotos se vêem sozinhos, num pequeno bote no meio do oceano, com um felino selvagem que pode atacar a qualquer momento.”

Deu curiosidade?! Vamos ler e discutir o tema?

 

APENAS UM LIVRO E UMA ILHA DESERTA

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Todo leitor já ouviu essa pergunta e já criaram Tags sobre ela: “quais livros você levaria para uma ilha deserta?”

O interessante não são as respostas, mas a pergunta. O que há por trás dela. É uma pergunta metafórica para a questão: ‘se você não tivesse que trabalhar, ser interrompido, qual livro você escolheria para ler num lugar sossegado e tranquilo?’. É o sonho maior de todo devorador de livros. É claro que a gente lê em qualquer lugar! No ônibus, no metrô, na sala de espera de dentista (argh!), salão de beleza, Procon(rrsss), e horário de almoço no refeitório (Hummm… ). Mas, naquela parte interessante, onde a história atinge o ápice, e você não quer parar de jeito nenhum, “que se dane o mundo!”, qualquer um gostaria de estar numa ilha deserta. Porque, mesmo num livro em que, no final, você deu 3 estrelas pra ele, aconteceu de ter aquela parte interessante, que faz você lembrar da história muito tempo depois.

Plagiando Braulio Tavares, um livro de muitas páginas é escrito aos poucos e também é lido por partes. Mesmo o mais ávido leitor, não consegue ler um graande volume de páginas em um único dia! (quem dera!). ‘Há uma pressuposição do autor de que, em qualquer instante da leitura, o leitor têm o livro todo presente na memória, o que é claramente impossível. (Principalmente quem lê mais de um livro ao mesmo tempo, como eu.) Um certo diálogo da página X – quase no final do livro – evoca um assunto que foi tratado nas páginas iniciais ( e que você não deu muito atenção, porque achou que era irrelevante) e serve para fechar a história. O autor lamenta, mas está tudo lá, e cabe ao leitor se virar como puder. ‘