NÃO SÓ SETE COISAS… =)

RESPONDENDO A TAG 7 COISAS

Fui tagueada pela Jaqueline Bastos do Blog O Eu Insólito. Curti vários posts no blog!

07 Coisas para fazer antes de Morrer

1- Falar árabe. Eu realmente tento – faço um esforço danado, mas é muito complicado!

2- Saber nadar. Eu amo piscina, mas odeio água: paradoxos….

3- Viajar. Só ir.

4- atingir o nirvana. Se não o paraíso…serve aprender a tocar as músicas. hhhh

5- participar de mais ações sociais

6-escrever mais, ler mais, assistir mais filmes, ouvir mais músicas

7-finalizar todos os projetos iniciados

07 Coisas que eu mais falo

1-Inshallah

2-A gente ensina aquilo que mais precisa aprender :/

3- talk to my paw

4- lmao

5- não estou aqui (quando alguém me chama)

6-tô com sono

7- quem mexeu no meu….. (várias coisas)

07 Coisas que faço bem

1- tecnologia 😉

2-scrapbook

3- artesanato

4- tres coisas ao mesmo tempo 😀

5-bife de frango à milaneza

6- ser Tia ❤

7-organizar arquivos digitais

07 coisas que me encantam

1- Ballet

2- Coral (grupo de pessoas cantando)

3- Violino

4- Sons da natureza, sinos do vento 😉

5- design, cores

6- boas histórias

7- flores

07 coisas que eu não gosto

1- hipocrisia

2- Injustiça

3- insetos (argh!)

4- música sertaneja/arrocha/forro/axé

5- amor ao dinheiro

6- programas de comédia pastelão (:P)

7- idioma espanhol

07 Coisas que eu amo

1- Escrever

2- Ler

3- Ouvir sons

4- assistir filmes, séries

5- meus sobrinhos ❤

6- descobrir coisas novas

7- Nutella  😀

Indicar 07 Blogs para responder a tag 

Sempre acho que sou a última a responder tags e que todo mundo já respondeu. hhh

Lost in ChicLit

A Devoradora de Livros

Livros que Você Precisa Ler

Grifei Num Livro

Histórias à Lápis

Leituras de Ventura

Ligeiramente Blasè

Suspense!

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Finalizado em pouco tempo o fofo do Zafon! A história é sinistra e tem muito suspense.

Foi o primeiro livro escrito por ele e na introdução Carlos Zafon diz que na revisão de texto, não quis mudar nem uma palavra!

História simples que vale a pena! 🙂

Quer resenha? Leia Aqui.

WHAT A MESS!

Estou numa fase desorganizada! Resolvi que ía ler sem usar a Planilha de Leitura e não funcionou.

Até agora lí apenas 7 livros e não estou fazendo novas coisas, então…

Voltar à organização semanal de leitura, porque esse ano -que começa depois do Carnaval – eu tenho vários projetos!

E espero que algum chegue no final do ano como “finalizado”!

Essa semana terminei a leitura das Aventuras de Pi. O livro consegue ficar no mesmo nível que o filme -mais completo, é claro!

Vale a pena a leitura. Resenha ? Aqui.

APENAS UM LIVRO E UMA ILHA DESERTA

ilha

Todo leitor já ouviu essa pergunta e já criaram Tags sobre ela: “quais livros você levaria para uma ilha deserta?”

O interessante não são as respostas, mas a pergunta. O que há por trás dela. É uma pergunta metafórica para a questão: ‘se você não tivesse que trabalhar, ser interrompido, qual livro você escolheria para ler num lugar sossegado e tranquilo?’. É o sonho maior de todo devorador de livros. É claro que a gente lê em qualquer lugar! No ônibus, no metrô, na sala de espera de dentista (argh!), salão de beleza, Procon(rrsss), e horário de almoço no refeitório (Hummm… ). Mas, naquela parte interessante, onde a história atinge o ápice, e você não quer parar de jeito nenhum, “que se dane o mundo!”, qualquer um gostaria de estar numa ilha deserta. Porque, mesmo num livro em que, no final, você deu 3 estrelas pra ele, aconteceu de ter aquela parte interessante, que faz você lembrar da história muito tempo depois.

Plagiando Braulio Tavares, um livro de muitas páginas é escrito aos poucos e também é lido por partes. Mesmo o mais ávido leitor, não consegue ler um graande volume de páginas em um único dia! (quem dera!). ‘Há uma pressuposição do autor de que, em qualquer instante da leitura, o leitor têm o livro todo presente na memória, o que é claramente impossível. (Principalmente quem lê mais de um livro ao mesmo tempo, como eu.) Um certo diálogo da página X – quase no final do livro – evoca um assunto que foi tratado nas páginas iniciais ( e que você não deu muito atenção, porque achou que era irrelevante) e serve para fechar a história. O autor lamenta, mas está tudo lá, e cabe ao leitor se virar como puder. ‘

Dia Nacional do Livro

DIA DO LIVRO INFANTIL (25)

Hoje, nessa data é comemorada o dia nacional do livro, 29 de outubro, pois foi uma homenagem a fundação da Biblioteca Nacional em 1810.

Em algumas imagens do Google, aparece o dia 18 de abril como dia nacional do livro infantil e o dia 26 de abril como dia internacional do livro.

Desde 1996 o Dia Mundial do Livro e dos Direitos de Autor é celebrado 23 de abril, data indicada pela Unesco, tendo como motivo o de que a data coincide com o falecimento de grandes autores da história da Literatura: Miguel de Cervantes, morreu um dia antes;  William Shakespeare, (não se sabe precisar a data, pois na Inglaterra, naquele tempo ainda se utilizava o calendário juliano, onde havia uma diferença de 10 dias para o calendário gregoriano utilizado na Espanha, calendário o qual as outras datas são contadas) faleceu efetivamente 10 dias depois de Cervantes. E por fim, mas não menos importante, o escritor catalão Joseph Pla.

Deixando de lado as razões e motivos para comemorar em apenas um dia, tire o dia de hoje pra ler! 🙂

#wishlist2013

Notei que minha Wish List cresceu em 2013. Talvez seja porque eu estava sem férias há 3 anos e agora me deu vontade de ler literatura comtemporânea, autores comtemporâneos. Vamos à imensa lista:

Acho que não foi lançado no Brasil, mas eu li a sinopse e adorei, além do que é indicado por Stephanie Meyer.

É uma série, não sei se já lançado no Brasil. Aqui tem uma resenha, que eu prefiro não ler. Li a sinopse e fiquei curiosa.

Esse é um daqueles infantís fantásticos! Adoro livro infantil e aqui tem a sinopse.

Trilogia Peças Infernais da Cassandra Clare. Muito curiosa sobre a hitória!

A série Instrumentos Mortais da mema autora porque é muita curiosidade. Espero não me decepcionar.

Aqui você pode ler a resenha do livro.

LEITURAS DE MAIO E JUNHO – FINALIZANDO.

Falando sobre os livros que finalizei este mes, alguns eu comecei a ler a algum tempo.

Por indicação de Tatiana Feltrin, eu li O Jogo da Amarelinha do Julio Cortázar. O livro realmente é muito bom e eu resolvi seguir a sugestão do autor e ler conforme as instruções: você começa no capítulo 73, depois os capítulos 1 e 2, depois vai para o capítulo 116 e assim por diante. O livro ficou cheio de post-it colorido! Não indico esse livro pra quem só lê best-seller da moda. O autor cita filósofos, cantores de jazz, e outros autores antigos, que essa geração nem ouviu falar. Além do que, algumas citações estão no vernáculo original. Quem ainda fala vernáculo? Só minha professora de Semiótica. Então, algumas frases estão na lingua em que o personagem fala, sem as traduções. São frases em inglês, francês e latim.

 Pra quem gosta de coisa boa, tá indicado! O livro me lembra um autor que gostava muito na adolescência: Johannes M. Simmell. Ele também gosta de filosofar “sobre o casal de amantes que passeiam sob a chuva fria, enquanto pensamentos ecoam em suas mentes”.

 

Acho que já li todos do Simmell.

Na minha época se estudava os clássicos: era obrigatório. Mas o bom é o equilíbrio, por isso eu gosto de ler de tudo um pouco.

Falando nisso, resolvi ler Meg Cabot – Insaciável. Não gostei da narrativa dessa vendedora de best-sellers. Me disseram que esse4 não era o melhor livro para eu começar, mas vou dar uma chance a autora e ler algum outro. Não vou dizer que a história não me prendeu, já que eu li 502 páginas em 3 dias! Leitura fácil – descartável. Não é uma história que te faz ficar pensando no personagem. A heroína é meio burrinha, pra ser delicada com ela. Não gosto de personagens femininas idiotas (do começo ao fim do livro), principalmente escritas por uma mulher. Não consegui me identicar com nenhum personagem.

 

Outro livro que comecei há muuito tempo, finalmente me obriguei a terminá-lo: A Luneta Âmbar do Phillip Pullman. Eu já havia lido A Bússula Dourada em e-book, por causa do filme que eu amei. Resolvi pular o segundo livro e vi que não fez muita falta na história, já que a “faca sutil” está presente do começo ao fim do terceiro livro. E ele relembra parte do que aconteceu na história anterior. Acho que o livro não deve ser chamado de infantil. A história é muito mórbida, fala muito de morte e de mortos, além de violência. Não indico para meus alunos abaixo dos 15. Outro comentário: o final não se parece com uma finalização, parece que tem mais um capítulo, aí você vira a página e…

 

Não sei se vou colocar esse autor na minha lista tão cedo.

As vezes um bom livro de autor, não significa que ele sempre será um bom escritor. É o caso de Maryan Keys. Adorei o livro Melancia, então vamos ler o outro! Cheio de Charme é fraco. Ela tentou separar as histórias por personagem, mas ficou meio lenta a história, cheia de partes inúteis. São 784 páginas que ficariam mais bem desenvolvidas em 300, no máximo.

A autora continua divertida, a personagem principal da a volta por cima das situações que se apresentam, então a leitura se torna… legal. Achei a tradução meio forçada: usar termos que só temos em algumas regiões do Brasil, pegou pesado.

Comecei a ler novamente A Sombra do Vento de Carlos Ruiz Zafon. Porque “ler novamente” e não “reler”? Porque eu havia lido uma versão em e-book, que depois descobri ser uma versão reduzida da história.  Então é como se estivesse recomeçado um livro que eu abandonei pela metade, ou que fiz como na leitura dinâmica, em que você só lê partes de cada página. Acho a história muito boa, muito bem escrita. Quem fez a capa, só leu a primeira página que fala de um pai caminhando com o filho sob a luz do lampião. Se tivesse lido mais algumas, ía descobrir a descrição da capa do livro “A sombra do Vento”, que se me lembro é cor de vinho com letras douradas. Fica a dica.

Adorei a frase: “Darwin era um sonhador: para cada um que raciocina, tenho que lidar com nove orangotangos.”

L.I.V.R.O. – O SUPRA-SUMO DA TECNOLOGIA

Confira as revolucionárias vantagens do L.I.V.R.O.  – “Local de Informações Variadas, Reutilizáveis e Ordenadas”

L.I.V.R.O.  representa um avanço fantástico na tecnologia. Não têm fios, circuitos elétricos, pilhas. Não necessita ser conectado a nenhum dispositivo, nem ligado à nenhum tipo de energia. Fácil de usar, pode ser operado por qualquer cidadão, inclusive crianças: basta abri-lo. Cada L.I.V.R.O.  é formado por uma seqüência de páginas numeradas, feitas de papel reciclável e capazes de conter milhares de informações. As páginas são mantidas unidas por um sistema chamado lombada, que as mantém sempre na seqüencia correta. A TPA – Tecnologia de Papel Opaco – permite que os fabricantes usem as duas faces de cada folha de papel, duplicando a quantidade de informações por página e cortando pela metade seus custos. Especialistas dividem-se quanto aos novos projetos para aumentar a densidade de informações nas suas páginas, é que para fazer L.I.V.R.O.  com mais informações, são necessárias mais páginas. Isso porém, faz com que fiquem mais pesados e difíceis de carregar, atraindo críticas dos adeptos dos computadores portáteis, tablets, etc.

liv plug 2

Cada página do L.I.V.R.O.  é escaneada “oticalmente”, e as informações são registradas diretamente em seu cérebro; um simples movimento dos dedos leva à próxima página. O L.I.V.R.O.  pode ser retomado a qualquer hora, bastando abri-lo. Ele nunca precisa ser reiniciado por problemas lógicos. O comando “browse” permite acessar qualquer página instantaneamente ou avançar e retroceder a qualquer momento. A indexação chamada de “índice” indica a localização exata de qualquer informação selecionada.

O “marca-páginas”, um App opcional, permite que você abra o L.I.V.R.O.  no local exato em que o deixou na última sessão – mesmo que ele esteja fechado. O design dos “marca-páginas” é universal, permitindo que funcionem em qualquer modelo de L.I.V.R.O.  , não importando a marca. Além disso um mesmo livro pode receber vários “marca-páginas”, caso seu usuário queira selecionar vários trechos ao mesmo tempo. Você também pode fazer marcações ao lado dos trechos do L.I.V.R.O.   com outro instrumento de programação opcional: o L.Á.P.I.S – Linguagem Apagável Portátil de Intercomunicação Simplificada.

Em modelos portáteis, durável, o L.I.V.R.O.  vem sendo aclamado como “a onda de entretenimento do futuro”. Milhares de criadores já aderiram à nova plataforma e espera-se prara breve uma inundação de novos títulos.

(este texto circulou como anônimo na web em 2004)

LENDO POR AÍ…

subita

Terminei a leitura de Morte Súbita – livro adulto de J.K.Rowling, autora da série de Harry Potter. O título em inglês faz jus à história.  Casua Vacancy. E o livro só fala sobre isso. A capa é horrível . Eu não compraria esse livro pela capa.

O que se espera de uma autora que você é fã e desenvolve aventuras terríveis e deixa o leitor com curiosidade, ansiedade e saudade? Um texto parecido. Esse não tem a marca da autora que a gente conhece. Parece escrito por outra pessoa. Primeiro, o que torna esse livro,  um livro para adultos? Falar sobre drogas? ela apenas cita que alguém vende ou alguém já usou. Cigarro e álcool? nem existem excessos por parte dos adultos. O cigarro, tanto como a bebida,  é citado como uma brincadeira entre adolescente. O abuso? Fica subentendido que a pessoa que “pensa que cometeu os abusos, é esquizofrênica e não tem certeza de nada. Então, pensando bem, se J.K.Rowling estudasse comigo no ensino fundamental, ela ía corar com os livros indicados pela escola para os adolescentes: Gabriela, Luzia Homem, O Mulo, O cortiço e lá vai.

Achei o livro chato pra adolescente, já que não tem aventura, e sem graça pra adulto, já que não acontece nada de mais. Faltou algo.

Agora estou lendo o que seria uma trilogia, mas que já foram lançado 4 livros: Assassin¹s Creed.

Lendo ainda o primeiro livro, locado numa biblioteca pública, fiquei em choque com o seguinte diálogo:

cliente:_Só tem esse volume do livro um que ela tá levando? (no caso eu).

atendente:_Só. mas você pode levar o dois ou o quatro. ali na segunda estante.

Cliente:_Mas eu ainda não li o primeiro. Será que dá pra ler um sem o anterior?

Atendente:_É cada um uma história diferente da outra. Todo mundo pega qualquer um. Esse o Crepúsculo, eu só li o último e sei a istória toda! (se achando!)

Cliente:_ Tá bom. então vou levar o dois.(vai embora)

Eu:_eu num leio o dois sem ler o primeiro.

Atendente:_eu nunca li nenhum livro desse!

Eu: (?)

Não concordo com a atendente. Toda história começa do começo, isto é, do livro um. Fora a série “Marcada”- achei cansativo, porque todo livro pode ser lido sozinho, porque o seguinte conta um resumo do livro anterior- toda série, toda trilogia eu começo do começo e vejo que nenhum pode ser lido antes o outro. você conhece os personagens, escolhe seu favorito, anda pelos caminhos, pelos lugares e tudo fica familiar.

Tem pessoas que  pulam linhas, pulam páginas, e dizem que leram tudo. Até leitura dinâmica lê todo o texto-  eu me obrigo a ler até a página 100- se a história não foi boa até aí, não será mais. eu Leio prólogo, prefácio, orelha, epílogo, índice, TUDO!

O amor é cego

TRADUÇÃO

Quem decide os títulos em portugues para os livros e filmes? Li numa revista que os títulos são alterados de acordo com cada país. Alguns títulos de filmes, mesmo diferentes, conseguem fazer jus ao original. Esse é o caso de desenho Os Sem Florestas, sobre uns animaizinhos que vão para a cidade porque a cidade avançou sobre seu território, a floresta. No original, Over the Hedge, literalmente, “por cima da cerca”, que divide a cidade com a sua floresta. Um distribuidor de filmes americanos no Brasil disse que é preferível a tradução literal e que ela apenas é mudada quando “não soa muito bem” comercialmente. É o caso de Scary Movie -tradução literal: filmes de assustar- que foi uma paródia da série Pânico (no original, Scream-grito) que no Brazil se chamou Todo mundo em Pânico. Uau!

Alguns títulos são similares ao original (no caso aqui, Americano-mas os títulos Franceses e Germânicos, não ficam atrás.)e outros ganham um subtítulo: O código da Vinci, como no original e Sin City: A cidade do Pecado, com um subtítulo. assim fica dificil conversar sobre filmes com um estrangeiro! A good title captures the spirit of a movie in as few words as possible:

_Did you see, the man  with a golden dick? (!!!)

_What the fu*#&!

_a parody of  a James Bond film with a character named Austin Powerr!

_Ah! goldmember is a reference of a goldfinger, the filme 007!

O Homem do Membro de Ouro é uma boa tentativa, mas não captura o espírito do original em ingles.

Essa semana passou um filme na Sessão da tarde em que um homem só se apaixona por uma gorducha, quando hipnotizado. O nome? O amor é cego. Porque os dois tem um final feliz? O nome original Shallow Hal – Hal, o superficial – é menos discriminatório e bem mais verdadeiro, quando se refere a história do filme. a capa ficou perfeita: a sombra dela gordinha e ela real.

Queria ler os livros de Shakespear em seu idioma!