#SpecialTips de hoje: Filme

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O #SpecialTips #2 é um filme de 2008 que continua atual: as câmeras de vigilância transformam a vida de um rapaz em uma corrida eletrizante para provar que seu irmão que faleceu não estava envolvido em nada ilegal. Ele recebe ajuda de uma agente e no final vemos que quando o Estado te oferece “controle” sobre as coisas ruins, eles estão impondo esse mesmo controle sobre as coisas boas. E aí, perdem-se as escolhas. Como uma distopia, ficamos torcendo para o anti-herói e Fo¢*-se o Estado.

Com Michelle Monaghan – que vi em Missão Impossível III, e o incrível Shia Labeouf quando ele era realmente incrível.

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…E Viva a Diferença!!!

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O filme Equilibrium com o ator Christian Bale e a atriz Emilly Watson, é uma distopia, onde o poder decide excluir a arte da vida das pessoas. Porque arte traz emoção e a emoção é imprevisível. É uma imagem futurista no meio do caos. Toda arte encontrada é queimada e a pessoa que guardava, também. O poder também distribui uma injeção com um remédio que diminui às emoções e se a pessoa deixar de se aplicar, pode ser presa. Porque na ausência do remédio ele sonha e sente. Também não podem ter animais ou perfumes, porque trazem recordações e melancolia.

A arte e as emoções só são excluídas dos menos favorecidos: podemos ver arte nas paredes do QG onde o poder está.

Um dos personagens salva um Livro. Seu melhor amigo deve denunciá-lo, mas decide não fazer. Quando ele ouve uma música de Bethoven, ele chora e não sabe porquê. Depois resolve salvar um cãozinho de ser sacrificado e se volta a favor da resistência. Que sempre deve existir. Pra mostrar que não somos todos iguais.

Ele começa temer ser denunciado por seus filhos, um menino e uma menina. Na resistência ele se apaixona, ela é presa e morre, o que faz aceitar a missão de matar o presidente.

A fotografia do filme é cinza, talvez para padronizar, tornar todos comuns. Os sons de relógios, como marcando o tempo é o som mais processado, talvez para contrapor o momento em que se ouve a música.

Série YA*

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Da autora Kiera Cass, com 361 páginas, o livro A Seleção faz parte de uma trilogia mais um extra. É uma distopia, onde as famílias são divididas por castas e algumas garotas foram escolhidas para uma seleção de futura Rainha. O prêmio: um príncipe.

A parte política da história não foi muito bem desenvolvida, o príncipe é um garoto fraco, a personagem principal é chata. Não existe nenhum personagem envolvente, nem mesmo o vértice do triângulo amoroso, o pobre guarda Aspen. O foco é realmente a história da Cinderela: a menina pobre que encanta o príncipe e ainda fica na dúvida…

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A Elite, segundo livro da série, com 354 páginas, é muito mais do mesmo. As garotas continuam se preparando para ser escolhidas pelo príncipe. Agora são apenas seis garotas e a personalidade do príncipe se torna mais dúbia, principalmente para a personagem principal, porque só temos a visão do que acontece nessa área. A história é contada pelo ponto de vista da América, que não tem muito senso de responsabilidade, faz o que tem vontade, apesar de pobre é muito mimada e muito indecisa em relação aos dois jovens. O seu primeiro namorado aparece pouco, apenas pra mostrar ela gosta ter uma segunda opção caso a primeira não dê certo. E a parte política também não é contada porque cada vez que os rebeldes invadem o palácio, a personagem está em algum lugar seguro e não podemos saber o que está acontecendo. =/

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A Escolha, o terceiro livro da série com 347 páginas é a finalização de uma história divertida para adolescentes. O príncipe virou rei. O namorado “estepe” escolhe outra garota. Os rebeldes se revelam – surreal – até uma das meninas morre. A personagem principal melhora um pouco e se torna mais forte – o possível para uma adolescente. Acho que não ficaria cansada das mesmas coisas se fosse um livro só.

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Apenas um livro. Porque séries?

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Porque alguns autores insistem em transformar em séries de livros as suas histórias? Mesmo sabendo que toda a narrativa, com começo, meio e fim, caberiam tranquilamente em, digamos, 300 páginas? Podemos dizer que a previsão de vendas incentive os agentes literários a incentivar o autor? Ou o autor começa a se animar com o que está na moda – trilogias? Será que não bate um medo de que falem que a história ficou perdida entre tantas páginas? Ou o autor já desconfia que sua história é tão mais ou menos, que em apenas um livro, seria só mais um livro – em uma série, pode ser que os pontos altos, os mistérios, prendam a atenção de alguns leitores, já que há gosto pra tudo. Porque estou dizendo isso? Porque foi exatamente isso que ouvi de uma agente literária. :/

O livro A Linha, primeiro de uma trilogia, não nos conta muito sobre os personagens, sobre o futuro da história. Com 246 páginas a autora Teri Hall nos deixa imaginar algumas situações dessa história: parece uma distopia, já que se passa em um estado cercado pelos governantes, com leis impostas aos cidadãos e desaparecimento de algumas pessoas que não andam de acordo com essas regras. Uma das regras é não atravessar essa  “linha” que os separa das pessoas que não foram consideradas cidadãos o suficiente para morarem nesse estado. E aí vamos ver poucos personagens e seus pensamentos e o nas últimas páginas um deles atravessa a linha.  O segundo e terceiro livro já foram lançado, mas sem previsão de lançamento no Brasil. Não fiquei curiosa. Parei por aqui. No site da autora, vejo que essa trilogia foi sua primeira produção e que ela escreveu apenas mais um livro.

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THANKS, YA! =)

O que é Utopia? conforme o Dicionário Essencial da Língua Portuguesa, 1. Qualquer lugar visto como de perfeição ideal. 2. Qualquer aspiração, idéia ou projeto fantástico  e impossível de realizar.

A série de livros do autor Scott Westerfeld é conhecida como distopia. Seria o inverso de Utopia? Não achei. 😀

Li apenas os dois primeiros. Após um livro tão dramático, resolvi ler algo leve, thanks YA! Acho que os Young Adults existem pra isso: leitura fácil e rápida. O primeiro livro Feios, com 348 páginas, conta a história de pessoas que moram em uma vila de feios e que querem viver numa cidade onde moram os Perfeitos, que acontece aos 16 anos. Isso é utopia numero 1. Alguns personagens não querem obedecer, querem criar uma nova vila: nem entre os feios, nem entre os perfeitos. Claro que terão várias idéias e projetos para burlar o sistema. Isto é utopia número 2. O livro é uma aventura, com máquinas futuristas e muita diversão radical entre os adolescentes dois dois lados.

E aí vamos esticar a história que não precisava disso, e o livro Perfeitos com 308 páginas me deu muito mais do mesmo e aparece um romance meio superficial… acho que o autor deveria ter contado tudo em apenas um livro. :/

A tradução é horrível, a revisão deixa a desejar, e não acho recomendável pra adolescentes em formação. Eles não vão prestar atenção no lado político nem na “moral da história”, só vão desejar ser livres pra beber álcool e viver eternamente em festas sem a supervisão de adultos. :/

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