Que fofo!! <3

anne

Decidi ler o livro porque a autora tem o nome da minha mãe: MAUD. =D Então este é o #SpecialTips #13

Anne de Green Gables é o livro da autora L.M. Montgomery e faz parte de uma série de vários livros. Em 480 páginas nesta edição de aniversário de 100 anos do selo Martins Fontes, ficamos conhecendo uma menina de cabelos “cor de cenoura” que foi adotada indevidamente no lugar de um menino. Num período em que as meninas deviam ser comportadas e quietas, Anne quebra todas as regras sendo eloqüente e sendo apenas ela mesma. Isso faz com que seja simpática sem ser chata. O livro mostra até sua adolescência, as amizades, as perdas, as decisões difíceis. Vi a indicação da série no canal da Jota Pluftz e assiti um episódio. ❤ Agora que li o livro pretendo assitir todos os episódios, apesar de discordar da aparência da atriz escolhida para a série.

Anne já virou filme,  filme para TV, mangá, quadrinhos, séries de tv, musical e parece que vai continuar por muitos séculos aquecendo coraçõezinhos por aí! ❤

Trechos do livro: “…achei que todos deviam estar me olhando com pena. Mas não perdi tempo e me imaginei usando o vestido de seda azul-claro…porque se é para imaginar, então que seja alguma coisa que valha a pena…” “Não sei porque, mas as coisas nunca são tão boas quando as inventamos uma segunda vez. Já reparou nisso?”  “…metade do prazer que á nas coisas é esperar por elas! …Mas creio que seria pior não esperar nada do que se decepcionar.” “Existem tantas Annes diferentes dentro de mim… se houvesse apenas uma Anne, seria tão mais confortável, mas aí eu não seria tão interessante.”

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Livro Bipolar :/

O livro Tia Julia e o Escrevinhador do autor peruano Mario Vargas Llosa, com 282 páginas é um romance bipolar. A primeira história é contada em capítulos alternados, onde os personagens principais – o jornalista que conta a história, Tia Júlia e dois amigos – seguem uma via crucis para realizar um casamento proibido. Nos outros capítulos, lemos algumas crônicas sem o final, que não ficamos sabendo se são as novelas contadas na rádio onde o jornalista trabalha, ou se são textos que o jornalista tenta escrever durante a história. Parece que o autor tinha alguns contos inacabados e resolveu incluí-los nesse livro. Tem um escritor na história? Tem. Um tal de Pedro Camacho, que fica famoso com suas rádio-novelas. Essas histórias alternadas no livro, se parecem com a fantasia/realidade escrita pelo personagem…mas não convence.

Gosto dos textos do Mário, mas aco que só uma história já estaria muito bom nesse livro. Keanu Reeves estrelou a versão americana dessa história para o cinema em 1990, que foi transformado em comédia.

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Um Clássico!

O livro clássico de J.Scott Fitzgerald, O Grande Gatsby conta em apenas 221 páginas os romances e a forma de vida da sociedade rica da costa leste americana, na depressão pós guerra. As pessoas já não deixavam de fazer o que tinham vontade, porque a vida é curta. Então, o narrador é um jovem de cerca de 30 anos que é vizinho e conhece Gatsby e se envolve em torna da vida deste e de outro casal, cuja esposa é a moça por quem Gatsby é apaixonado. Mas ela é casada.

Não achei nehum personagem apaixonante – todos são superficiais. E ainda postei no twitter, que nas páginas 78 e 79, o autor cita tantos nomes de “famílias”, que quando chegou no número 49 eu parei de tentar entender quem era todo mundo. :/   Não são citações de pessoas famosas ou cultura pop. Mas depois a história foca no Gatsby, na visão que o narrador tem dele: no começo o detesta “…Assim a minha primeira impressão, de que ele era uma pessoa de uma certa …importância, aos poucos se dissipou e ele ficou sendo simplesmente, para mim, apenas o proprietário de uma mansão…situada ao lado da minha casa.”  Depois ele começa a gostar um pouco do vizinho: “Era um desses sorrizos raros, que têm em si algo de segurança eterna, um desses sorrizos com que a gente depare…cinco vezes na vida.”

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Já houve dois filmes, um com Robert Redford em 1974 e outra versão mais moderna com Leonardo Di Caprio de 2013. Assisti apenas essa última, mas quero ver a versão anterior, acho que é mais fiel ao livro.

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Duas histórias

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O livro Tony e Susan do escritor Austin Wrigth com 336 páginas é um thriller policial. Mais do que isso é um livro dentro do livro. Susan lê um livro escrito por seu ex-marido. O personagem do livro, Tony, faz com que ela questione sua vida perfeita. São dois personagens apáticos, que nada fazem para mudar uma situação em que não se sentem confortável. Suzan, não gosta da situação em que deve aceitar sem questionar, a amante do seu marido, um cirurgião. Tony, não consegue dizer não para os bandidos que cercam seu carro e pedem para que desça e mesmo com os pedidos de sua esposa e filha, ele aceita a situação.

No caso de Tony, isso trás consequências devastadoras, mas que Tony tenta manter a calma sempre. No caso de Susan, ela sente que precisa dar um basta, parar de ler, levantar da cadeira, fazer alguma coisa – mas não faz.

Ainda não vi o filme, mas o trailer passa um suspense maior que o do livro, além de mostrar cenas que o livro não descreve.

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#somostodosespeciais

 

Minha mãe é “portadora” do mal de Parkinson. Não anda, não tem movimentos nos membros superiores, tem problemas respiratórios e, na idade de 82 anos, se tornou criança novamente. Então me senti  representada pela autora Cristina Sànchez-Andrade na história de sua filha em O Livro de Julieta, com 160 páginas. Não tem carga dramática: a autora só quer que sua filha tenha uma vida normal. E não vê nada de bonitinho ou angelical em sua decisão de cuidar bem dela. Gosto das frases realistas e do modo de escrever com um humor sarcástico as suas respostas às perguntas sem noção.  Uma boa leitura. Vários bons filmes sobre o assunto, entraram em pauta durante 2015 e prefiro os filmes que não mostram a criança como vítima.

Novela Francesa…

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O livro Um Coração Singelo de Gustave Flauber, com 78 páginas da Coleção Novelas Imortais, traz uma história interessante: o personagem principal, dona do coração do título, é apenas uma pessoa simples. Trabalha na casa de uma senhora que já foi rica, mas que com a viuvez, se vê com os dois filhos e essa personagem que faz de tudo na casa dessa família: babá, arrumadeira, cozinheira, governanta e depois até amiga e companheira de infortúnios da dona da casa.

Meu primeiro contato com o autor, não me decepcionou. Ele tem um jeito de crônicas, história do cotidiano, que mesmo sem um mistério, prende a atenção para a leitura do texto. Foi adaptado para o cinema francês, com mesmo título.

 

…da cópia à inspiração…

Plágio
  1. jur apresentação feita por alguém, como de sua própria autoria, de trabalho, obra intelectual etc. produzido por outrem.
    Neste livro A Marca de Uma Lágrima, com 94 páginas o autor Pedro Bandeira diz que se inspirou em Cyrano de Bergerac  para escrever sua história. Inspiração não é plágio. Realmente ele conseguiu, invertendo os papéis, onde o romântico personagem Cyrano, feio mas ótimo poeta ajuda seu rival a conquistar a mulher amada, se transforma em Isabel, adolescente que se acha feia, mas é nota dez em redação na escola. Ela ajuda sua amiga a conquistar o rapaz por quem ela acha que está apaixonada. Porque essa história tem mais personagens e tramas paralelas, o que mostra que ele apenas se inspirou em partes com a história original.
    Uma boa história para adolescentes, principalmente para incentivar o ler a versão de Cyrano de Bergerac ou mesmo ver o filme de 1990 com Gérard Depardieu, que eu assisti. =)