Lendo Judas O Obscuro #3

O Projeto de Leitura Compartilhada do livro Judas O Obscuro do autor inglês Thomas Hardy está na terceira parte -da página 202 à 302 – final do capítulo VI.

Após descobrir o segredo de Jude, Sue resolve se casar com o professor e pede a Jude, através de uma carta, que entre com ela na igreja. Ela quer que ele sofra, mas ele a acha inocente. Até o dia do casamento ele tem vários pensamentos de arrependimento mas cumpre o acordo e a entrega para o professor. Depois ele vai para um bar beber para esquecer e encontra Arabella. Ela conta que casou com outro e ele diz que isso é um crime porque ela ainda é casada com ele.

Ele reencontra Sue pela primeira vez após o casamento e ela conta que seu marido é um bom homem e a trata bem apesar de velho.

Ele envia um bilhete pra Sue dizendo que a tia deles morreu. Ele vai ao funeral e Sue aparece por lá. Ela diz que gosta de estar com ele e ele inventa que voltou pra ex-mulher. Ela conta pra ele que sente repugnância pelo casamento. Ele fica pensando nas reclamações dela sobre o casamento e não consegue dormir. Sai pra andar e vê um coelho ferido e vai libertá-lo e Sue vai atrás dele e diz que não quer mais estar casada. Ele diz que por ela ele abre mão das convicções religiosas.

Sue conta para o marido que Jude segurou sua mão e ela não retirou, mas não conta do beijo rápido. Ela dorme no cômodo embaixo da escada ( bem HP) pra ficar longe do marido à noite. Ela pede à ele pra viver como amigos ou deixá-la ir. Phillotson quer saber se ela vai viver com Jude e ela diz que talvez.

O professor conversa com um amigo sobre as atitudes estranhas de Sue. À noite ele esquece que aceitou dormir separados, entra no quarto e começa a tirar a roupa. Quando olha pra Sue vê ela pulando a janela. Desce as escadas correndo e vê que ela está viva. Ela mente dizendo que teve um pesadelo.

Ao conversar novamente com seu amigo, o Professor diz que vai deixá-la ir e que não entende Sue. Ela diz que ele pode examinar a bagagem dela quando sair, mas ele acha um absurdo, que ela pode levar o que quiser e ainda oferece dinheiro à ela.

Sue encontra Jude e ele a convida a morar em outra cidade. Ela diz que sim mas em quartos separados. Ele recebe uma carta do marido dela dizendo pra ele cuidar bem de Sue. Ele tenta ficar com ela que o repele e ele diz que ela é incapaz de amar. Ela responde que não quer amor físico.

Trechos do Livro: “And then we are cousins, and its bad for cousins to marry. And _ I am engaged to somebody else…Their philosophy only reconizes relations based on animal desire.” “He’s a good to me as a man can be, and gives me perfect liberty – wich elderly husbands don’t do in general…If you think I am not happy because he’s too old for me, you are wrong.” “Just think if either of the parsons in this town was to see us now! I hate such eccentricities, Sue. There’s no order or regularity in your sentiments!”

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Textos de Apoio para Judas o Obscuro

Aqui vou compartilhar textos que encontrei para ler, em que o livro Judas o Obscuro foi citado ou mesmo o autor Thomas Hardy.

→A Tese A Mulher na Era Vitoriana: um Estudo da Identidade Feminina na Criação de Thomas Hardy da Mestre em Literatura de Língua Inglesa Christiane Maria Lopes.

Já chegando no terço final da obra, percebemos que o tema central do romance é a frustração, pois nenhuma das personagens experimenta a sensação de realização. Este questionamento implícito na obra é o que se denomina ‘espírito crítico’, que emergiu na era vitoriana como uma característica do modernismo. Isso acontece porque Sue Bridehead reconhece a desigualdade da condição da mulher e se dispõe a lançar-se numa luta de liberação social e psicológica, questionando padrões antigos e buscando uma nova maneira, de se conduzir existencialmente. Podemos observar que, ao tentar uma nova forma de desempenho na sociedade vitoriana, Sue emerge como um símbolo que ativa a consciência popular dentro e fora do universo ficcional de Hardy e atua em direção à atualização desse símbolo. Os padrões vitorianos são descritos dentro de suas “Atitudes Morais”, onde estudamos a maneira que a sociedade encarava a mulher, o amor e o sexo. Dentro das “Atitudes Emocionais”, estudamos os efeitos da dúvida, do tédio e frustração, também considerando as atitudes religiosas, ateístas ou puritanas. Tal noção está presente em Hardy através da ideologia shelleyana da beleza intelectual, onde uma forma de relacionamento ideal seria a forma espiritualizada. As primeiras informações que temos de Sue nos chega através de Judas Fawley, seu primo, que tendo visto a jovem em uma fotografia na casa da tia que o criara, encanta-se com a vivacidade, a ternura e o mistério que repousam em seus olhos límpidos e doces. Cativado por sua expressão, percebe que os modos da moça do campo haviam-se apagado de suas maneiras em conseqüência da convivência na cidade. Segundo a perspectiva de Judas, tudo nela era surpreendente, pois Sue estava “completamente livre da rusticidade que ainda havia nele”, podemos imaginar que os anos que Sue passa na capital inglesa e em Christminster são responsáveis por sua formação moral e intelectual. Contudo, a tia de Judas revela que a rebeldia era um traço característico de Sue desde a infância, quando então, gostava de brincadeiras que usualmente os meninos gostam. As constantes associações que Judas faz de Sue com divindades aparecem em W. Houghton no estudo das “Atitudes Morais” vitorianas, onde descreve a forma com que a mulher era encarada no contexto do sexo e do amor. Nessa perspectiva, a mulher era a “guia divina, purificadora, inspiradora do homem”, ser infalível cujo verdadeiro reino repousava não no cérebro, mas no coração, colocando a pérola sem preço que é a sua feminilidade em um santuário.

A mulher vitoriana era desencorajada a seguir qualquer carreira, mas quando pressionada por uma sociedade repressora, começa a brigar por uma igualdade intelectual com o sexo oposto e clama pelo direito de ter as mesmas oportunidades de estudo. Para os códigos vitorianos, a igualdade dos sexos estava fora de questão, e idéias que pregavam o amor livre como as de J.S. Mill, Harriet Taylor, Robert Owen e George
Sand eram desmoralizadas como ‘libertinas’ ou ‘degradantes’.

Nas “Atitudes Emocionais”, quando aborda o ateismo, Houghton nos mostra como é provável que a falta de devoção de Sue para com a fé religiosa, chamada pelos vitorianos de “o perigo do ateísmo”, colabora para alimentar o preconceito do qual Sue é alvo, pois a opinião pública era unânime em afirmar que “any collapse of faith would destroy morality”. A incredulidade de Sue ressente Judas, que acredita ser “preciso ter fé em alguma coisa. A vida não é de tal modo longa que se possa tirar a prova matemática das coisas, antes de se acreditar nelas. Eu escolho o cristianismo”. Sue afirma não querer perturbar tais convicções mas revela-se decepcionada diante da fé que o primo deposita na tradição. Apesar de que o amor não é uma fome, uma sede ou uma religião, o argumento de Sue mostra como ela é essencialmente
individualista, pois sua flexibilidade lhe permite manipular as situações de acordo com suas necessidades individuais, o que acredita que devesse ser possível a todos os seres humanos.

Perturba-lhe, acima de tudo, a existência de um ‘contrato’ que obriga a mulher a ceder
sexualmente ao marido sempre que ele quer – uma forma de institucionalização do sexo que provoca danos à identidade sexual de qualquer mulher em qualquer época – As atitudes de Sue para com Phillotson, seu pedido de liberdade, sua aversão física a ele, parecem estranhas e surpreendentes aos olhos do velho professor, mas apesar disso, permite que Sue viva separada dele na mesma casa. Acreditando que Judas pudesse colocar a vontade dela acima dos desejos dele, aceita conviver com o primo em um casamento de almas.

Judas parece que vê a amada como se ela fosse um sonho, um espírito, um ser apenas levemente ligado a realidade. Depois que Judas expressa o carinho que tem por ela, Sue pede-lhe para que ele recite versos de um poema de Shelley, Tal afinidade de Hardy com a belèza intelectual Romântica presente na obra através da ideologia de Shelley é amplamente discutida por diversos críticos que limitam-se a comparar Sue com Emily, ou descrever a identidade da filosofia entre os dois artistas. Daí surge a profunda simbologia da obra, que a maioria da crítica desconsidera: antes de ser Sue, a protagonista é Susannah Florence Mary Bridehead, a representante do “divino-feminino” que tenta resgatar sua dignidade. Contudo, cada divindade tem o Judas que merece. Por ser o representante da ‘tradição cristã’ na obra, com suas aspirações de ser teólogo, e seu fascínio por Christminster, em nome e em atos, Judas atraiçoa Sue.Exalta-a, idealiza-a, vive com ela em espírito, e depois a trai, induzindo-a a pertencer-lhe, fazendo-a conceber os filhos que a destroem.

Muitos personagens em um só =/

O livro Eu sou o Peregrino do autor inglês Terry Hayes conta em 685 páginas onde cinco episódios se conectam em uma trama de suspense, todos ligados ao personagem principal. A guerra contra as armas biológicas está de volta e os novos “espiões” são contratados para descobrir o criador do vírus e evitar sua distribuição. O personagem principal é uma mistura de estudante de psicologia em Harvard/ agente da polícia/ escritor de livros sobre crimes/ investigador/ e uma isca do FBI com codinome Peregrino. Os capítulos são curtos, mas ele vai e volta na sua vida pra contar a sua versão da sua história, enquanto investiga um crime: uma mulher rica morre num quarto de pensão durante a queda das torres gêmeas. Um filho de um árabe vê o pai morrer, entra pra jihad, torna-se médico sírio e cria um vírus mortal, testando em pessoas reais nas montanhas do Afeganistão. Um americano milionário morre na Turquia. O assassinato na Grécia. E o Peregrino conecta todos os crimes para resolver o caso.

Problemas: o livro é muito longo, poderia ter contado a história em 300 páginas. As descrições biológicas são muito chatas pra quem não gosta da área. Tem o velho profissional do crime que usa o livro dele pra cometer o assassinato do mesmo modo.

Não é um livro que eu vá ler de novo. Ele realmente fecha o círculo, mas não me convence de que precisava tanta mistura pra contar um suspense. Parece que durante a escrita ele pensava “ah, faltou falar de arte…” aí descreve o pai adotivo como artista; “ah!faltou um herói…” aí um dos policiais salvou alguém durante a queda das torres. Essas idas e voltas, ele conta o que vai acontecer lá na frente.

Trechos do Livro: ” …disse que o problema com a guerra é que normalmente ela destrói as próprias coisas pelas quais se está lutando- justiça, decência, humanidade- e não pude deixar de pensar em quantas vezes eu violara os mais caros valores de nossa nação a fim de protegê-los.” “…há tanta gente nessa merda de planeta que isso é tudo que somos: linhas de código em um disco rígido. Apague essas linhas e não existimos mais…”

Judas, o Obscuro #parte 2

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Essa flor inglesa também é conhecida por outros nomes, mas os jardineiros preferem chamá-la de Jude, the obscure. É uma flor híbrida criada pela primeira vez em 1989 e possui perfume marcante.

Nessa segunda semana a leitura foi da página 99 até a 201 onde termina o capítulo VI. Penso que teria dificuldades em ler esse inglês mais antigo, com poucos diálogos se não fosse o acompanhamento do áudio do livro. Ajuda muito, mas não sei se a entonação que o leitor/dublador passa para as frases, influencia no que penso dos personagens. Nos trechos em Latin o sotaque prejudica um pouco.

Jude agora está trabalhando na cidade, junto com outros marmoristas, mas não consegue juntar dinheiro como fazia em sua cidadezinha. Quando está de folga, fica observando que as pessoas ricas que passam sempre por ali, nem olham pros pobres como ele. Ele continua pensando muito em sua prima, mas acha que quando conhecê-la de verdade essa paixão vai sumir. Quando a conhece, fala do seu antigo professor está num bairro próximo e pode ajudá-la a conseguir um emprego de professora. O professor gosta dela e a leva pra trabalhar com ele.

A Sue mora em uma casa para moças estudantes, e a senhora dona da casa é muito religiosa e vê que Sue trouxe uma estátua para seu quarto. Sue diz que é um antigo santo e que vai restaurar. Mas a estátua é de um fauno nu e a mulher a coloca de castigo trancada num quarto escuro.

Jude vai visitar sua tia-avó e ela insiste com ele pra não se envolver com a prima e relembra toda a rixa da família. Ao voltar à cidade ele vê Sue e o professor andando logo à frente e aperta o passo para alcançá-los e vê ele por a mão na cintura dela. O ciúme que ele sente é enorme e ele começa a beber.

As moças do dormitório falam mal de Sue por causa de suas atitudes modernas; ela foge na chuva e vai ao quarto de Jude. Ele empresta suas roupas pra ela vestir enquanto seu vestido seca. Ela dorme na poltrona e ao acordar se preocupa com o que as pessoas vão pensar.

Sue conta seu passado, que fez um acordo de “amante” com um jovem doente em troca de livros. Ele morreu e deixou um dinheiro pra ela, que gastou tudo. Ela conta que quer reescrever a bíblia do seu jeito, mas não tem apoio. Jude acha um sacrilégio mas continua gostando dela. Ela joga com os sentimentos dele: diz pra ele não amá-la, depois diz que não vai proibir. Diz que foi expulsa do Colégio por causa dele e que só casando ela pode voltar. Ele pensa e diz que ela deve casar com o professor. Ela ofende ele mas ele perdoa rapidamente.

No outro dia o professor vai procurá-lo e diz que sabe que ela dormiu em seu quarto. Jude diz que nada aconteceu.

Sue procura Jude e diz que eles devem se casar. Então ele conta pra ela que já é casado. Ela fica transtornada, mas inverte a situação e diz que ela já é comprometida e que eles são primos, que as famílias se odeiam.

Judas O Obscuro

O livro Judas O Obscuro é um romance/drama escrito pelo poeta inglês Thomas Hardy para a Harper’s Magazine de 1894 à 1896. Essa é a primeira parte da Leitura Compartilhada onde vamos conversar sobre as primeiras cem páginas.

Aqui conhecemos Jude, um órfão que mora com uma velha tia-avó pobre. Ela quer que ele trabalhe nas terras dos vizinhos, mas ele quer estudar e gosta de ler. A primeira parte se passa em Marygreen, uma cidade do interior onde todos se conhecem. Ao trabalhar espantando pássaros da plantação de um vizinho, ele relembra o professor que ensinou não maltratar os animais e deixa os pássaros comer as migalhas. Ao vê-lo, o senhor das terras dá-lhe uma surra. Ele volta pra casa humilhado. Ao conhecer um farmacêutico que viaja muito, pergunta se ele conhece a famosa cidade pra onde o professor foi. O farmacêutico lhe promete trazer dois livros se ele divulgar seus serviços médicos na comunidade. Ele faz isso e consegue vários clientes, mas o farmacêutico não cumpre sua promessa. Ele se torna pedreiro e consegue juntar dinheiro para ir estudar na cidade. Vai até uma cidade próxima para se informar e compra livros, mas se decepciona com a leitura. Começa a estudar latin. Ao se sentar sobre uma árvore, ele conhece Arabella. Eles passeiam abraçados. Ele começa a deixar de estudar pra passar mais tempo com ela. Ela diz pras amigas que faz qualquer coisa pra casar com ele. E quando ele diz que chegou a hora de ir para a cidade ela diz que está grávida. E eles se casam. E aos poucos ele descobre que ela já não era uma moça pura e que mentiu sobre tudo. O casamento foi uma armadilha e tudo comeca a dar errado. A cena dela matando o porco é revoltante. E durante uma briga ela conta que a mãe dele se suicidou. Ao voltar da rua ele vê que ela deixou um bilhete e foi embora. Ele tenta se afogar no lago congelado, mas o gelo não quebra. Ele começa a beber quando descobre que ela levou todas as suas economias e vendeu a casa deles. Ele vai para Londres e se emociona ao ver a cidade pela primeira vez.

Trechos do Livro: “The boy is crazy for books, that he is.” “People say that, if you prayed, things sometimes came to you, even though they sometimes did not.” “Some way within the limits of the stretch of landscape, points of light like the topaz gleamed. The air increased in transparency with the lapse of minutes, till the topaz points showed themselves to be the…windows…domes…miraged in the peculiar atmosphere.” “But his dreams were as gigantic as his surroundings were small.” “When Jude awoke the next morning he seemed to see the world with a different eye.” “Their lives were ruined, he thought; ruined by the fundamental error of their matrimonial union: that of having based a permanent contract on a temporary feeling wich had no necessary connection with affinities…”

Shadow Reading: pra quem quiser acompanhar a leitura em inglês junto com o áudio, eu criei uma playlist no Youtube Aqui.

Projeto Lendo Jude the Obscure

Hoje começamos o Projeto de Leitura Compartilhada do livro Judas, o Obscuro. O projeto de leitura será de 01 à 31 do mês de Julho.

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_O andamento da leitura será postado aqui todo domingo a cada 100 páginas lida.

_O progresso de leitura ficará disponível no Skoob e Goodreads.

_A semana #1 terá duração de 01 à 06 de Julho e o texto será até a página 99 onde começa o capítulo 2 da Parte II.

parte 2

_Os textos de apoio serão mostrados no decorrer do Projeto.

_A leitura em inglês acompanhará de um dicionário de palavras encontradas que não foram bem entendidas no contexto.

_A semana #2 vai do dia 08 a0 dia 13 de Julho e terminará na página 201, final do capítulo 3 parte VI.

parte 3

_Vamos conhecer os blogs e Youtubers que fizeram a leitura do livro.

_Vamos mostrar as edições do livro.

_A semana #3 vai do dia 15 à 20 de Julho terminando na página 302, fim do capítulo 6 e da parte 4 do livro.

parte 4

_Como estou lendo em inglês, estou fazendo “Shadow reading”, isto é, ouvindo o texto e acompanhando a leitura. O áudio está em domínio público Aqui.

_Também estou acompanhando o filme inspirado no livro. O filme é de 1999 com a famosa atriz Kate Winslet.

_A semana #4 será de 22 à 27 de Julho até à página 408, fim do capítulo 2 da parte VI.

parte 2 - Cópia (2)

_A experiência de leitura de textos longos em inglês.

_Outros livros de mesmo nome.

_A semana será de finalização do Projeto com a leitura até o final entre os dias 20 à 31 de Julho.

 

 

 

Projeto Leitura Compartilhada #2

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Nosso segundo Projeto de Leitura Compartilhada, com início em 01/07/2019 e finalizando em 31/07/2019 com a leitura de Judas O Obscuro do autor inglês Thomas Hardy. A minha edição em inglês é da Penguin Popular Classics em paperback com 490 páginas. A edição contém uma mapa que mostra a localização das cidades da história e um prefácio escrito pelo autor para a primeira edição em 1896.

Este é o nosso cronograma:

Projeto Leitura Compartilhada

Post #5 – Leitura Terceira parte

Post #4 – Textos de Apoio 1

Post #3 – Segunda Parte

Post #2 – As Primeiras 100 páginas

Post #1 – Apresentação do Projeto.

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PROJETO I – JANEIRO 2016

“A tudo que é mortal – à morte, que tudo iguala e pacifica – ao mar onde se perdem os rios inumeráveis da vida, ofereço a minha obra e a mim mesmo.” Romain Rolland

Meu primeiro desafio para 2016 será ler essa “trilogia” que contém os sete livros que compõem a história de JEAN-CHRISTOPHE, um músico do século 19, meio biografia-ficção, foi lançado primeiro em um jornal de Paris, de 1904 a 1912. Escrito por Romain Rolland– que também escreveu biografias de Tolstói, Michelangelo, Gandhi e Bethoven- este livro ganhou o Grande Prêmio de Literatura da Academia Francesa em 1913 e em 1916 foi laureado com o Prêmio Nobel.

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A minha edição são esses três volumes, com capas lindíssimas. A primeira capa e a segunda são de Claude Monet, a terceira é de Paul Gauguin, da Editora Globo.

O que é uma leitura compartilhada? Me lembro que na época da escola, eu tive ótimas professoras de Língua Portuguesa e Literatura. A turma era dividida em cinco ou seis grupos e cada grupo devia ler um livro indicado e fazer uma análise do mesmo: o que gostei? o que não gostei? qual o problema apresentado? qual a solução dada? quais as palavras difíceis? qual os personagens principais e secundários? quais suas características físicas e psicológicas? Então nós apresentávamos lá na frente – com muita timidez normal nessa idade (10-12 anos), compartilhando a nossa impressão a respeito do livro e da história. Eu, como nerd total, lia o livro do meu grupo e todos os outros. Essa é a idéia principal: você não tem tempo de ler todos os livros bons que existem, então leia o máximo que puder e os outros….você conhece através dos compartilhamentos de jornais, revistas, web, sites, vlogs e conversa entre amigos. É assim que deve ser. 😀

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A Planilha de previsão de leitura, postada lá em cima, está disponível pra download aqui no blog, na página Projetos. você pode utilizar pra suas próprias leituras e idéias. A minha proposta é criar um post por semana, contando sobre a quantas anda a história, citar os melhores trechos e se você não gosta de spoiler, sinto muito, mas não sei definir exatamente o limite que te faz perder a curiosidade por uma boa história. Romeu e Julieta e Dom Casmurro estão aí pra provar que uma boa história vai ser sempre lida, refilmada, recontada, mesmo que todo mundo saiba como termina. =)

Post #1.

Post #2.

Post #3.

Post #4

Post #5

Post #6

Post #7

Post #8

Post #9

Post Final