O filme Judas O Obscuro

O filme Judas O Obscuro, baseado no livro do autor inglês Thomas Hardy, lançado em 1996 tem no elenco a famosa atriz Kate Wislet no papel da personagem Sue, prima de Jude. O filme começa seguindo o livro, e depois se distancia da história, tratando mais do envolvimento de Jude e Sue, sendo o próprio romance o “personagem” do filme.

⚠️Spoiler! No livro o envolvimento de Jude com Arabella demora a acontecer e nos primeiros minutos eles já estão juntos. A separação dele e a perda da casa e do dinheiro que juntou pra estudar é muito sofrida no livro. O filme só comenta uma foto dos dois que ela colocou pra vender. O encontro dele com Sue é mais bonito no filme porque a personagem é mais alegre que no livro, vivendo à frente de seu tempo. O livro tem uma narrativa antiga, o filme, moderna. No livro o Jude tem uma visão mais pessimista da vida. No filme ele chega até a ser arrogante e desleal. A cena da morte das crianças no livro é de partir o coração. No filme é estranho, porque as crianças parecem incomodar o tempo todo, diferente do livro.

É uma versão incompleta de todo o drama que Jude sofre. E o final do livro nem aparece no filme.

Última Parte de Judas O Obscuro

20190726_092415-12674625377893758947.jpgA última parte da leitura vai da página 409 até a página 489. Foi uma leitura difícil em duas formas: no inglês antigo e mais difícil de entender e no drama que se desenrola.

Jude começa a achar Sue muito diferente após o enterro das crianças. Sue diz a Jude que acha que perder os filhos foi uma punição por ter deixado seu marido pra viver em adultério com ele. Jude começa a perder a paciência com Sue, por ela sempre não dar valor ao sentimento dele. Ele descobre que Sue está frequentando a igreja. Ele a segue. Ela diz à ele que vai voltar pro ex-marido. Phillotson a aceita de volta e marca um novo casamento e eles se casam em Marygreen. Jude fica inconsolável.

Arabella que armou tudo novamente se casa com Jude. Ele está muito doente e pede pra ela escrever uma carta à Sue. Ele vai, mesmo doente, à igreja e encontra Sue e eles se beijam. Ele propõe à ela ficarem juntos e ela foge.

Jude está muito ruim tossindo e com febre. Sue decide tornar seu meio-casamento real e completo. Arabella sai pras festividades de verão e ao voltar vê que Jyde está morto. Então ela volta pra festa e só depois chama as vizinhas para ajudá-la. Só a viúva e Arabella velam Jude.

The End.

Trechos do Livro: “I see marriage differently now. My babies have been taken from me to show me this! Arabella’s child killing mine was a judgment-the right slaying the wrong.” “Do not do an immoral thing for moral reasons! You have been my social salvation. Stay with me for humanity’s sake! You know what a weak fellow I am…my weakness for woman-kind and my impulse to strong liquor. Don’t abandon me to them…” ” My children are dead…they were sacrificed to teach me how to live! Their death was the first stage of my purification.”

Judas O Obscuro Parte 4

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Nesta quarta parte a leitura vai da página 303 até a página 408.

Sue decidiu deixar seu marido e viver com Jude. Ele a leva pra um hotel, mas ao saber que ele esteve no mesmo hotel com a ex, ela ameaça pular da janela. Phillotson está passando por maus bocados: ele é convidado a se retirar da escola onde é professor por causa do escândalo que pode causar o abandono de sua esposa. Ele adoece e seu amigo manda uma carta a Sue que vem vê-lo mas diz que não vai voltar. Sue começa ajudar Jude escrevendo nas pedras para ele moldar. Eles moram juntos mas ela ainda não quer casar com ele. Arabella procura Jude e Sue fica com ciúmes e vai falar com ela. Ela conta pra Jude que sua preocupação em perdê-lo aumentou após conversar com Arabella.

Sue vê nos jornais sobre o casamento de Arabella e fica mais feliz. Jude recebe uma carta formal de Arabella dizendo que eles tiveram um filho e que ele está chegando no trem pra ficar com ele. Ele decide ficar com a criança mas esquece de buscá-lo. O menino chega sozinho à casa de Jude e ele tem dúvidas se o filho é seu. Sue acha que o menino é mesmo de Jude. O menino, que não tem nome, pede pra chamá-la de mãe e ela se derrete.

Jude e Sue decidem se casar e vão ao cartório, mas Sue desiste. Ao passar por uma igreja ela decide assistir ao casamento, mas ela recita trechos mórbidos de uma poesia.

Jude encontra trabalho numa igreja do interior: escrever os dez mandamentos na parede de pedra. Sue vai ajudá-lo e fica nervosa quando algumas mulheres a reconhecem. Jude é mandado embora. Ele adoece. Sue vai vender biscoitos de gengibre numa feira. Arabella que ficou viúva e rica, vê que ela está grávida. Arabella pensa que pode ter Jude de volta e então convence Phillotson que deve voltar para Sue.

Eles decidem voltar pra cidade no dia do desfile de formatura. Isso deixa Jude chateado porque não conseguiu ter a vida acadêmica que sonhou. Eles só conseguem um quarto pra Sue e as crianças enquanto Jude vai ficar num bar. Sue conta pro menino que está grávida de novo e ele entra em pânico dizendo que crianças atrapalham, que ela não devia ter mais filhos. Ela vai procurar Jude e quando eles retornam a cena é chocante: as três crianças enforcadas e um bilhete na mão do menino. No funeral Sue faz um escândalo, passa mal e perde o bebê que estava esperando.

Playlist do Audiobook Aqui.

Lendo Judas O Obscuro #3

O Projeto de Leitura Compartilhada do livro Judas O Obscuro do autor inglês Thomas Hardy está na terceira parte -da página 202 à 302 – final do capítulo VI.

Após descobrir o segredo de Jude, Sue resolve se casar com o professor e pede a Jude, através de uma carta, que entre com ela na igreja. Ela quer que ele sofra, mas ele a acha inocente. Até o dia do casamento ele tem vários pensamentos de arrependimento mas cumpre o acordo e a entrega para o professor. Depois ele vai para um bar beber para esquecer e encontra Arabella. Ela conta que casou com outro e ele diz que isso é um crime porque ela ainda é casada com ele.

Ele reencontra Sue pela primeira vez após o casamento e ela conta que seu marido é um bom homem e a trata bem apesar de velho.

Ele envia um bilhete pra Sue dizendo que a tia deles morreu. Ele vai ao funeral e Sue aparece por lá. Ela diz que gosta de estar com ele e ele inventa que voltou pra ex-mulher. Ela conta pra ele que sente repugnância pelo casamento. Ele fica pensando nas reclamações dela sobre o casamento e não consegue dormir. Sai pra andar e vê um coelho ferido e vai libertá-lo e Sue vai atrás dele e diz que não quer mais estar casada. Ele diz que por ela ele abre mão das convicções religiosas.

Sue conta para o marido que Jude segurou sua mão e ela não retirou, mas não conta do beijo rápido. Ela dorme no cômodo embaixo da escada ( bem HP) pra ficar longe do marido à noite. Ela pede à ele pra viver como amigos ou deixá-la ir. Phillotson quer saber se ela vai viver com Jude e ela diz que talvez.

O professor conversa com um amigo sobre as atitudes estranhas de Sue. À noite ele esquece que aceitou dormir separados, entra no quarto e começa a tirar a roupa. Quando olha pra Sue vê ela pulando a janela. Desce as escadas correndo e vê que ela está viva. Ela mente dizendo que teve um pesadelo.

Ao conversar novamente com seu amigo, o Professor diz que vai deixá-la ir e que não entende Sue. Ela diz que ele pode examinar a bagagem dela quando sair, mas ele acha um absurdo, que ela pode levar o que quiser e ainda oferece dinheiro à ela.

Sue encontra Jude e ele a convida a morar em outra cidade. Ela diz que sim mas em quartos separados. Ele recebe uma carta do marido dela dizendo pra ele cuidar bem de Sue. Ele tenta ficar com ela que o repele e ele diz que ela é incapaz de amar. Ela responde que não quer amor físico.

Trechos do Livro: “And then we are cousins, and its bad for cousins to marry. And _ I am engaged to somebody else…Their philosophy only reconizes relations based on animal desire.” “He’s a good to me as a man can be, and gives me perfect liberty – wich elderly husbands don’t do in general…If you think I am not happy because he’s too old for me, you are wrong.” “Just think if either of the parsons in this town was to see us now! I hate such eccentricities, Sue. There’s no order or regularity in your sentiments!”

Textos de Apoio para Judas o Obscuro

Aqui vou compartilhar textos que encontrei para ler, em que o livro Judas o Obscuro foi citado ou mesmo o autor Thomas Hardy.

→A Tese A Mulher na Era Vitoriana: um Estudo da Identidade Feminina na Criação de Thomas Hardy da Mestre em Literatura de Língua Inglesa Christiane Maria Lopes.

Já chegando no terço final da obra, percebemos que o tema central do romance é a frustração, pois nenhuma das personagens experimenta a sensação de realização. Este questionamento implícito na obra é o que se denomina ‘espírito crítico’, que emergiu na era vitoriana como uma característica do modernismo. Isso acontece porque Sue Bridehead reconhece a desigualdade da condição da mulher e se dispõe a lançar-se numa luta de liberação social e psicológica, questionando padrões antigos e buscando uma nova maneira, de se conduzir existencialmente. Podemos observar que, ao tentar uma nova forma de desempenho na sociedade vitoriana, Sue emerge como um símbolo que ativa a consciência popular dentro e fora do universo ficcional de Hardy e atua em direção à atualização desse símbolo. Os padrões vitorianos são descritos dentro de suas “Atitudes Morais”, onde estudamos a maneira que a sociedade encarava a mulher, o amor e o sexo. Dentro das “Atitudes Emocionais”, estudamos os efeitos da dúvida, do tédio e frustração, também considerando as atitudes religiosas, ateístas ou puritanas. Tal noção está presente em Hardy através da ideologia shelleyana da beleza intelectual, onde uma forma de relacionamento ideal seria a forma espiritualizada. As primeiras informações que temos de Sue nos chega através de Judas Fawley, seu primo, que tendo visto a jovem em uma fotografia na casa da tia que o criara, encanta-se com a vivacidade, a ternura e o mistério que repousam em seus olhos límpidos e doces. Cativado por sua expressão, percebe que os modos da moça do campo haviam-se apagado de suas maneiras em conseqüência da convivência na cidade. Segundo a perspectiva de Judas, tudo nela era surpreendente, pois Sue estava “completamente livre da rusticidade que ainda havia nele”, podemos imaginar que os anos que Sue passa na capital inglesa e em Christminster são responsáveis por sua formação moral e intelectual. Contudo, a tia de Judas revela que a rebeldia era um traço característico de Sue desde a infância, quando então, gostava de brincadeiras que usualmente os meninos gostam. As constantes associações que Judas faz de Sue com divindades aparecem em W. Houghton no estudo das “Atitudes Morais” vitorianas, onde descreve a forma com que a mulher era encarada no contexto do sexo e do amor. Nessa perspectiva, a mulher era a “guia divina, purificadora, inspiradora do homem”, ser infalível cujo verdadeiro reino repousava não no cérebro, mas no coração, colocando a pérola sem preço que é a sua feminilidade em um santuário.

A mulher vitoriana era desencorajada a seguir qualquer carreira, mas quando pressionada por uma sociedade repressora, começa a brigar por uma igualdade intelectual com o sexo oposto e clama pelo direito de ter as mesmas oportunidades de estudo. Para os códigos vitorianos, a igualdade dos sexos estava fora de questão, e idéias que pregavam o amor livre como as de J.S. Mill, Harriet Taylor, Robert Owen e George
Sand eram desmoralizadas como ‘libertinas’ ou ‘degradantes’.

Nas “Atitudes Emocionais”, quando aborda o ateismo, Houghton nos mostra como é provável que a falta de devoção de Sue para com a fé religiosa, chamada pelos vitorianos de “o perigo do ateísmo”, colabora para alimentar o preconceito do qual Sue é alvo, pois a opinião pública era unânime em afirmar que “any collapse of faith would destroy morality”. A incredulidade de Sue ressente Judas, que acredita ser “preciso ter fé em alguma coisa. A vida não é de tal modo longa que se possa tirar a prova matemática das coisas, antes de se acreditar nelas. Eu escolho o cristianismo”. Sue afirma não querer perturbar tais convicções mas revela-se decepcionada diante da fé que o primo deposita na tradição. Apesar de que o amor não é uma fome, uma sede ou uma religião, o argumento de Sue mostra como ela é essencialmente
individualista, pois sua flexibilidade lhe permite manipular as situações de acordo com suas necessidades individuais, o que acredita que devesse ser possível a todos os seres humanos.

Perturba-lhe, acima de tudo, a existência de um ‘contrato’ que obriga a mulher a ceder
sexualmente ao marido sempre que ele quer – uma forma de institucionalização do sexo que provoca danos à identidade sexual de qualquer mulher em qualquer época – As atitudes de Sue para com Phillotson, seu pedido de liberdade, sua aversão física a ele, parecem estranhas e surpreendentes aos olhos do velho professor, mas apesar disso, permite que Sue viva separada dele na mesma casa. Acreditando que Judas pudesse colocar a vontade dela acima dos desejos dele, aceita conviver com o primo em um casamento de almas.

Judas parece que vê a amada como se ela fosse um sonho, um espírito, um ser apenas levemente ligado a realidade. Depois que Judas expressa o carinho que tem por ela, Sue pede-lhe para que ele recite versos de um poema de Shelley, Tal afinidade de Hardy com a belèza intelectual Romântica presente na obra através da ideologia de Shelley é amplamente discutida por diversos críticos que limitam-se a comparar Sue com Emily, ou descrever a identidade da filosofia entre os dois artistas. Daí surge a profunda simbologia da obra, que a maioria da crítica desconsidera: antes de ser Sue, a protagonista é Susannah Florence Mary Bridehead, a representante do “divino-feminino” que tenta resgatar sua dignidade. Contudo, cada divindade tem o Judas que merece. Por ser o representante da ‘tradição cristã’ na obra, com suas aspirações de ser teólogo, e seu fascínio por Christminster, em nome e em atos, Judas atraiçoa Sue.Exalta-a, idealiza-a, vive com ela em espírito, e depois a trai, induzindo-a a pertencer-lhe, fazendo-a conceber os filhos que a destroem.

Judas, o Obscuro #parte 2

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Essa flor inglesa também é conhecida por outros nomes, mas os jardineiros preferem chamá-la de Jude, the obscure. É uma flor híbrida criada pela primeira vez em 1989 e possui perfume marcante.

Nessa segunda semana a leitura foi da página 99 até a 201 onde termina o capítulo VI. Penso que teria dificuldades em ler esse inglês mais antigo, com poucos diálogos se não fosse o acompanhamento do áudio do livro. Ajuda muito, mas não sei se a entonação que o leitor/dublador passa para as frases, influencia no que penso dos personagens. Nos trechos em Latin o sotaque prejudica um pouco.

Jude agora está trabalhando na cidade, junto com outros marmoristas, mas não consegue juntar dinheiro como fazia em sua cidadezinha. Quando está de folga, fica observando que as pessoas ricas que passam sempre por ali, nem olham pros pobres como ele. Ele continua pensando muito em sua prima, mas acha que quando conhecê-la de verdade essa paixão vai sumir. Quando a conhece, fala do seu antigo professor está num bairro próximo e pode ajudá-la a conseguir um emprego de professora. O professor gosta dela e a leva pra trabalhar com ele.

A Sue mora em uma casa para moças estudantes, e a senhora dona da casa é muito religiosa e vê que Sue trouxe uma estátua para seu quarto. Sue diz que é um antigo santo e que vai restaurar. Mas a estátua é de um fauno nu e a mulher a coloca de castigo trancada num quarto escuro.

Jude vai visitar sua tia-avó e ela insiste com ele pra não se envolver com a prima e relembra toda a rixa da família. Ao voltar à cidade ele vê Sue e o professor andando logo à frente e aperta o passo para alcançá-los e vê ele por a mão na cintura dela. O ciúme que ele sente é enorme e ele começa a beber.

As moças do dormitório falam mal de Sue por causa de suas atitudes modernas; ela foge na chuva e vai ao quarto de Jude. Ele empresta suas roupas pra ela vestir enquanto seu vestido seca. Ela dorme na poltrona e ao acordar se preocupa com o que as pessoas vão pensar.

Sue conta seu passado, que fez um acordo de “amante” com um jovem doente em troca de livros. Ele morreu e deixou um dinheiro pra ela, que gastou tudo. Ela conta que quer reescrever a bíblia do seu jeito, mas não tem apoio. Jude acha um sacrilégio mas continua gostando dela. Ela joga com os sentimentos dele: diz pra ele não amá-la, depois diz que não vai proibir. Diz que foi expulsa do Colégio por causa dele e que só casando ela pode voltar. Ele pensa e diz que ela deve casar com o professor. Ela ofende ele mas ele perdoa rapidamente.

No outro dia o professor vai procurá-lo e diz que sabe que ela dormiu em seu quarto. Jude diz que nada aconteceu.

Sue procura Jude e diz que eles devem se casar. Então ele conta pra ela que já é casado. Ela fica transtornada, mas inverte a situação e diz que ela já é comprometida e que eles são primos, que as famílias se odeiam.

Judas O Obscuro

O livro Judas O Obscuro é um romance/drama escrito pelo poeta inglês Thomas Hardy para a Harper’s Magazine de 1894 à 1896. Essa é a primeira parte da Leitura Compartilhada onde vamos conversar sobre as primeiras cem páginas.

Aqui conhecemos Jude, um órfão que mora com uma velha tia-avó pobre. Ela quer que ele trabalhe nas terras dos vizinhos, mas ele quer estudar e gosta de ler. A primeira parte se passa em Marygreen, uma cidade do interior onde todos se conhecem. Ao trabalhar espantando pássaros da plantação de um vizinho, ele relembra o professor que ensinou não maltratar os animais e deixa os pássaros comer as migalhas. Ao vê-lo, o senhor das terras dá-lhe uma surra. Ele volta pra casa humilhado. Ao conhecer um farmacêutico que viaja muito, pergunta se ele conhece a famosa cidade pra onde o professor foi. O farmacêutico lhe promete trazer dois livros se ele divulgar seus serviços médicos na comunidade. Ele faz isso e consegue vários clientes, mas o farmacêutico não cumpre sua promessa. Ele se torna pedreiro e consegue juntar dinheiro para ir estudar na cidade. Vai até uma cidade próxima para se informar e compra livros, mas se decepciona com a leitura. Começa a estudar latin. Ao se sentar sobre uma árvore, ele conhece Arabella. Eles passeiam abraçados. Ele começa a deixar de estudar pra passar mais tempo com ela. Ela diz pras amigas que faz qualquer coisa pra casar com ele. E quando ele diz que chegou a hora de ir para a cidade ela diz que está grávida. E eles se casam. E aos poucos ele descobre que ela já não era uma moça pura e que mentiu sobre tudo. O casamento foi uma armadilha e tudo comeca a dar errado. A cena dela matando o porco é revoltante. E durante uma briga ela conta que a mãe dele se suicidou. Ao voltar da rua ele vê que ela deixou um bilhete e foi embora. Ele tenta se afogar no lago congelado, mas o gelo não quebra. Ele começa a beber quando descobre que ela levou todas as suas economias e vendeu a casa deles. Ele vai para Londres e se emociona ao ver a cidade pela primeira vez.

Trechos do Livro: “The boy is crazy for books, that he is.” “People say that, if you prayed, things sometimes came to you, even though they sometimes did not.” “Some way within the limits of the stretch of landscape, points of light like the topaz gleamed. The air increased in transparency with the lapse of minutes, till the topaz points showed themselves to be the…windows…domes…miraged in the peculiar atmosphere.” “But his dreams were as gigantic as his surroundings were small.” “When Jude awoke the next morning he seemed to see the world with a different eye.” “Their lives were ruined, he thought; ruined by the fundamental error of their matrimonial union: that of having based a permanent contract on a temporary feeling wich had no necessary connection with affinities…”

Shadow Reading: pra quem quiser acompanhar a leitura em inglês junto com o áudio, eu criei uma playlist no Youtube Aqui.