Indicação de Youtubers

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A indicação do #SpecialTips #9 é de conteúdo na internet. Especialmente, vídeos. Tem aqueles que a notificação me deixa feliz. Tem aqueles que sinto saudade e assisto os vídeos baixados. Tem aqueles que vejo apenas o que me interessa no momento. Todo mundo tem gosto variado, e o You Tube tem conteúdo pra todo mundo: culinária, artes, educação, cinema, livros, comédia, tudo misturado…

Encontrar Bons conteúdos é realmente procurar agulha em palheiro. Mas os canais que eu gosto, descobri através de indicações. Então vamos lá.

Uma estudante de cinema Sophia Lautert, mostra que estudar cinema pode ser o caminho para mostrar boas imagens num canal. Ela tem um gosto alternativo para se vestir,ver filmes, ouvir música.

Para ter idéias e preencher um Planner, é só visitar o canal da Kara o Boho Berry e assistir passo-a-passo como fazer seu Bullet Journal. A Amanda também tem idéias ótimas para bullet, mas ela também fala de viagens, maquiagem, vida saudável. Esses canais são em inglês.

Para ter idéias e dicas para um canal ou mesmo blog, o canal da Bruna é uma verdadeira aula. Ela também faz vlogs e fala sobre livros.

Para quem procura uma oficina de escrita de textos, o canal do escritor Henry Bugalho tem dicas e ele costuma ler e comentar os textos da oficina. 😉

Para quem se mantém estudando, a Mariana dá dicas de organização no estudo.

Para quem gosta de melodias alternativas, para fundo musical o do HP Charles é muito bom!

 

 

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Refinamento Narrativo

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Ganhei vários livros no final de novembro, mês do meu aniversário. Então passei esses livros na frente na minha lista de leituras. Um deles é Meio Sol Amarelo da Chimamanda Ngozi Adichie, com 502 páginas que eu devorei em quatro dias. Não sei se consigo descrever como gostei da escrita, da forma refinada de contar sobre a guerra, sobre o caos, sobre o sofrimento. Não é drama. É uma nova forma de escrever uma narrativa dramática. A autora é nigeriana, estudou nos Estados Unidos e ganhou vários prêmios – merecido – por suas obras literárias. 

Apesar de contar sobre o período em que parte da Nigéria tentou se dividir, criando um país chamado Biafra, que causou a morte de milhares de nigerianos, o livro não é histórico. A própria nota da autora diz que “se baseou na guerra”, que aconteceu em 1967-1970 para contar “verdades imaginadas”. Alguns blogs dizem que ela conta uma história única em seus livros, mas a própria autora fala em um vídeo de entrevistas sobre o perigo de escrever sobre o mesmo tema.  Com quase dois milhões de visualizações, esse vídeo criou polêmica entre alguns blogueiros.

Trecho do livro: “…tinha salvado as flores, da mesma forma como salvava embalagens velhas de açúcar , rolhas, até mesmo casca de cará. Isso se ligava ao fato de nunca ter tido o suficiente, ela sabia disso, da incapacidade de jogar qualquer coisa fora, até mesmo as inúteis.”

Vale muito a pena sair de leituras conhecidas e confortáveis para conhecer uma nova forma de contar histórias.

Quer resenha? Clique Aqui.

Também já existe um filme baseado no livro. Quero ver.

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