Ítens Colecionáveis

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Quando criança me apaixonei pela coleção de moedas e selos do meu irmão. Então durante minha adolescência comecei minhas coleções de papel de carta, bonecas de papel, figurinhas de desenhos japoneses, miniaturas. Ainda tenho algumas dessas miniaturas. Tenho marcadores de livros de Nova York, Australia e Indonésia. Tenho uma coleção de cartões telefônicos. Nesse #SpecialTips #8 falaremos de coleção. Pra que serve uma coleção? O que faz alguém gastar dinheiro com ítens que nem vai usar?

No meu caso, eu pedia pra amigos, trocava. Meus ítens sempre foram apenas uma diversão. Mas existem coleções valiosas, com ítens raros e caríssimos.Alguns colecionadores fazem pesquisas sobre seus ítens e participam de leilões. Existem coleções dos objetos mais esquisitos que se pode imaginar. E descobri que tenho peças raras na minha coleção. 😉

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Li o Livro, vi o Filme

Tanto o livro quanto o filme são divididos em três partes: Italia, India e Indonésia. No livro eu gostei dos pormenores, o detalhamento da beleza das cidades italianas, do encantamento com o modo de vida e do modo como a hora da refeição é sagrada. Na Indonésia a descrição da beleza e costumes do local onde ela viveu é fanástico – Mostra como a natureza do amar é simples, nós que complicamos. Na India, mostra que deve haver um equilibrio entre o que você pensa, sente e faz.

Mas eu fico com o filme: ele tira as partes chatas, define as personalidades de cada um – no livro todo mundo é ambíguo – e tem todo um romance no ar embalado com música brasileira! Adorei alguns trechos do livro, que nem são citados no filme:

“sou uma das formas mais afetuosas do planeta: algo como cruzamento de molusco com shamexuga.”

“o vício é a marca de toda história de amor baseada na obsessão. Tudo começa quando o objeto de sua adoração lhe dá uma dose generosa, alucinante de algo que você nuncaousou admitirque queria. Um explosivo coquetel emocional, feito de amor estrondoso e louca excitação. Logo você começa a precisar dessa atenção intensa como a obsessão faminta de qualquer viciado. Quando a droga é retirada, você imediatamente adoece, louco e em crise de abstinência, sem falar no ressentimento para com o “traficante” que incentivou você a adquirir esse vício, mas que agora se recusa a descolar o bagulho bom – apesar de você saber que ele tem “algum” escondido em algum lugar – do que antes ele te dava de graça e agora tem que implorar. O estágio seguinte é você esquelética, tremendo agachada em um canto, sabendo apenas que venderiasua alma só prater aquela “coisa” mais uma vez que fosse. Enquanto isso o objeto de sua adoração agora sente repulsa de você. E você tem a sensação de ser uma espéciede máquina primitiva impulsionada à moda e submetida a uma tensão muito maior para o qual havia sido construída para suportar, prestes a estourar, pondo em risco qualquer um que estivesse por perto.”

“ao mesmo tempo meu ímã e minha criptonita, em igual medida, meu farol e minha ave de mau agouro.”

“quando se está perdido na selva, é preciso algum tempo para se dar conta disso. Durante muito tempo você pode se convencer de que só se afastou alguns metros do caminho, de que a qualquer momento irá conseguir voltar para a trilha marcada. Então a noite cai e você continua sem a menor idéia de onde está e é hora de reconhecer que se afastou tanto do caminho que sequer sabe mais em que direção o sol nasce.”

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