Livro Bipolar

vulcão susan

O livro O Amante do Vulcão nesta edição da Planeta Deagostini com 422 páginas, foi escrito por Susan Sontag em 1992 e lançado para a coleção Grandes Escritores da Atualidade. É um livro que começa em 1772 é cada capítulo muda o narrador e até a forma de escrita. O narrador pode estar em primeira pessoa lembrando o passado e derepente começa um diálogo interno. Depois vemos com os olhos de um narrador presente à ação mas não onisciente. em cerca de trezentas páginas conhecemos toda a história: Na época da guerra napoleônica, um grupo de nobres fogem da Inglaterra para a Itália e se refugiam em castelos onde dão festas para esquecer dos pobres e da guerra. Depois fogem novamente para a França e Inglaterra e perdem tudo no mar. Vemos a maior parte dessa história pelos olhos do Cavalieri que se casa com a namorada de seu sobrinho, uma atriz muito talentosa.

Nas últimas páginas essa mesma história é contada pelo ponto de vista da mãe da atriz, também da mulher do herói, pela primeira esposa do Cavalieri que já morreu. E você lê a história de forma resumida mais tres vezes!!

A autora escreve bem, mas faz grandes parágrafos, com muitas descrições que não ajudam o desenrolar da história, que começa sobre o Vulcão e depois ele é esquecido. Um vulcão adormecido. Na página 120 ela faz uma divertida ode ao suicídio de gente chata.

Trechos do Livro: “Pois o mundo é vasto, com bastante lugar  para costumes , gostos, princípios e usos de todos os tipos, que, uma vez considerados dentro da sociedade onde surgiram, sempre fazem sentido.” “As coleções unem. As coleções isolam…unem os que amam a mesma coisa…isolam dos que não compartilham essa paixão.” “Cada um projeta no vulcão a quantidade de raiva, de cumplicidade com a destruição, de ansiedade quanto à capacidade de sentir que já existe na cabeça.” “Como é fina a linha entre a vontade de viver e a vontade de morrer…as pessoas são capazes de realizar as ações mais pesadas se se fizer com que estas pareçam não ter peso.”

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Ítens Colecionáveis

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Quando criança me apaixonei pela coleção de moedas e selos do meu irmão. Então durante minha adolescência comecei minhas coleções de papel de carta, bonecas de papel, figurinhas de desenhos japoneses, miniaturas. Ainda tenho algumas dessas miniaturas. Tenho marcadores de livros de Nova York, Australia e Indonésia. Tenho uma coleção de cartões telefônicos. Nesse #SpecialTips #8 falaremos de coleção. Pra que serve uma coleção? O que faz alguém gastar dinheiro com ítens que nem vai usar?

No meu caso, eu pedia pra amigos, trocava. Meus ítens sempre foram apenas uma diversão. Mas existem coleções valiosas, com ítens raros e caríssimos.Alguns colecionadores fazem pesquisas sobre seus ítens e participam de leilões. Existem coleções dos objetos mais esquisitos que se pode imaginar. E descobri que tenho peças raras na minha coleção. 😉

Quer começar ou organizar a sua? Veja dicas Aqui.