A Beleza das Artes

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O livro Eu Fui Vermeer de Frank Wynne, com 269 páginas, tem como subtítulo ‘a lenda do falsário que enganou os nazistas‘, narra exatamente a forma como Han Van Meegeren fazia suas falsificações e ficou milionário com sua arte. Aonde aparece os nazistas? É apenas para mostrar o motivo de sua prisão no período da guerra, por ter sido confundido como simpatizante dos nazistas. O autor, durante o livro marcado como Biografia, parece questionar o quão gênio é aquele que copia de forma a se tornar melhor que o original?

Trecho do livro: “Falsificação é o lado escuro da arte, o vício sem o qual a virtude é impossível. Enquanto a humanidade cobiçar objetos por sua beleza, sua proximidade com o gênio, o falsário estará a postos, com um sorriso zombeteiro, pronto para satisfazer a demanda.”

Para os apreciadores das artes, o que importa é a emoção que uma obra passa e não o que os críticos decidem sobre a obra. Como cita o autor “os peritos nem sempre percebem a diferença entre merda e mousse de chocolate.”  😉

Quer resenha? Clique Aqui.

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Um pensamento sobre “A Beleza das Artes

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